Sacos da faculdade para mulheres

Homens, parem com a pornografia. Se não for pelo ideológico, que seja pelo psicológico.

2020.09.14 06:09 _JoTamSoAreS Homens, parem com a pornografia. Se não for pelo ideológico, que seja pelo psicológico.

Estou escrevendo esse relatinho (ou seria um relatão?) sobre como o vício em pornografia que tive atrapalha meu desempenho sexual até hoje. Se eu pudesse, proibia essa merda. Ninguém merece não conseguir transar por culpa de xvideos.
Obs: caso esteja de saco cheio do textão ou não queria saber dele, vá direto para a conclusão no antepenúltimo parágrafo.

Eu (homem hétero) assisti pornô por um bom tempo da minha vida (arredondemos de desde dos 12/13 até os 17/18) de forma bem intensa e sempre acompanhado de masturbação.
Quando mais novo, lá pelos 12/14 anos eu era um taradinho, ficava com ereção por qualquer coisa, desde ver alguém com pouca roupa na novela até abraçar as amigas na escola. Mas a partir dos 15/16 anos toda essa ereção e energia em mim foi sumindo, eu praticamente não ficava mais de pau duro sem ser com um pornozão na minha frente.
Ainda virgem, com 16 anos, comecei a ficar com uma menina e ela nunca conseguiu me deixar de pau duro... Já aconteceu de termos entrado em banheiro de festa pra se pegar, aconteceu de também termos entrado em quarto sozinho pra se pegar e nada. Eu comecei a ficar preocupado: um, por eu querer perder logo a virgindade e estar perdendo chances; dois, por ter ido de 80 a 8 em termos de excitação. Conclusão, paramos de ficar e continuei virgem. Comecei a ficar inseguro em relação a minha capacidade ou não de ter ereção na vida real (fora do pornô).
Na viagem de formatura da escola ocorreu de eu conseguir ir para o quarto com uma menina, tentamos transar mas eu não consegui... coloquei culpa no álcool (realmente eu estava bêbado, mas no fundo eu sabia que mesmo sóbrio a história seria a mesma).
Aos 17 aconteceu de eu conseguir perder a virgindade com uma menina que conseguiu me deixar duro e etc. Mas mesmo assim, essa falta de ereção natural foi me preocupando e virando insegurança - lembrando que eu seguia assistindo e me masturbando com o pornô, com ele eu conseguia alcançar a ereção máxima (o que mostrava que não era um problema fisiológico, era psicológico). Sempre nas festinhas da época de escola quando eu ia beijar alguma menina eu me sentia envergonhado e frouxo (desculpem-me se estou sendo machista ou qualquer outra coisa, mas eu me sentia assim por não conseguir mostrar que eu estava gostando, simbolicamente representado pela ereção. Eu me sentia um morto um saco vazio, uma coisa passiva) de não ficar duro durante a pegação, pior era quando elas tentavam colocar a mão lá e nada encontravam... Enquanto isso, eu via meus amigos levando gente para o banheiro para usar o que deles funcionava.
Terminando a escola e indo para o cursinho, eu tinha transado apenas com duas pessoas, mas já tinha perdido e viria a perder mais algumas chances. Contando agora de cabeça, eu consegui perder a chance de ter transado com 4 meninas até agora em toda minha vida por conta de eu não ter conseguido ficar duro. Isso me dá insegurança e eu tenho certeza que foi por conta do pornô, porque enquanto isso eu seguia ficando durasso assistindo. Aproveitei a época de cursinho para tentar parar mas não consegui totalmente, é um vício.
Nessa época também eu fui atrás de um urologista. Aproveitando a primeira vez passando com um desses médicos (todos que tiverem a oportunidade, vão (não sei se esse é o imperativo de ir, desculpe) pelo menos uma vez) eu comentei sobre esse meu probleminha. O doutor depois de me examinar disse que eu era totalmente saudável e falou para eu tomar cuidado com o psicológico e me deu umas dicas para a hora do 'vamo ver': de não ficar pensando muito na hora etc. Eu não comentei meu vício em pornografia por vergonha.
Entrando esse ano na faculdade a insegurança e o medo de seguir não conseguindo ficar duro quando precisa, me deixou ansioso. Antes, eu dificultava bastante chegar na hora do sexo quando eu ficava com alguém, e fiquei com medo de agora na faculdade seguir broxando e ficar com algum apelido ou ser zoado mesmo. Porém, mesmo com quarentena (estou morando com mais um amigo em um prédio cheio de gente da mesma faculdade) eu consegui transar. No meio daquela carência de confinamento, consegui um contatinho do prédio, ela veio em casa, ficamos e eu broxei outra vez. Eu procuro não desesperar ou desabar quando as coisas dão merda ou sempre dão merda. Procuro manter a calma, mas eu broxei outra vez. Eu fiquei em dúvida se ela iria querer vir outra vez ou se eu falava desse meu 'problema' pra ela (vai que ela ficasse sentida e me ajudasse dando outra chance, ou tendo mais calma comigo na hora), foi o que fiz. Comentei com ela que isso acontecia regularmente e pedi pra ela me ajudar (começo de intimidade/cara de pau). Resumidamente: ela disse que iria me ajudar (uma fofa) e foi de novo em casa e conseguimos (uma preliminar bem feita é tudo) ela me deixou bem duro, já que se fosse a clássica meia bomba não iria dar, ela é muito apertada.
Ao mesmo tempo, eu consegui ir pra cama com outra menina do prédio (sim, a quarentena não tá sendo de cada AP, tá sendo do prédio inteiro junto). Mesmo bêbado ela conseguiu me deixar meia bomba (bem meia) e a penetração rolou (importância da preliminaela não era tão apertada como a anterior). Aconteceu outra vez com essa segunda menina, não sei como ela quis uma segunda vez com um cara praticamente broxa (fica a dica para os amigos com o mesmo problema: compensem em outras coisas).
Toda essa história foi para: o pornô fudeu o jeito que meu corpo interpreta a excitação. Eu consigo ficar excitado, me sinto excitado, mas eu não consigo externar isso como alguém do sexo masculino faz, ficando com ereção. Foram pouquíssimos sexos na minha vida que eu fiz estando com uma ereção forte, assim como aquela que eu ficava na frente do computador. Eu diminui drasticamente a quantidade de pornô na minha vida e está praticamente zero. Masturbação apenas com o pensamento como ajuda. Não se viciem nisso, vocês vão ficar dependente do pornô para ter um prazer de verdade. Nenhum pornô, assistir nenhuma atriz numa tela, gostosa que seja, é melhor do que tocar o corpo de uma mulher, ser tocado por ela e ouvir o prazer que você consegue dar.
Sigo tentando vencer esse problema (que claramente é psicológico) cortar o pornô é um passo e tanto.
Irmãos, tomem cuidado com isso. É algo realmente tóxico e dá sequela.
Fiquem bem.
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2020.09.12 00:31 Fast_Individual_4407 Estou em um ponto que não vejo mais nenhum horizonte.

Amorosa,pessoal e profissional... tudo está ruindo. Bom eu no final do ano passado comecei um relacionamento com uma pessoa que trabalhava comigo,a gente já tinha uma amizade mas nunca foi nada além disso até que um dia, em uma festa ela disse que sentia algo por mim, eu sempre tive problemas com relacionamentos e estava fechado pra um novo até pq ela na época ainda estava em um casamento. Mas gostava dela como pessoa e dps dessa conversa algo despertou em mim e comecei a ver ela diferente. Após algumas semanas ela terminou o relacionamento que tinha e começamos o nosso tudo era maravilhoso a gente conversava sobre tudo, o beijo encaixava e tudo fluía bem mesmo ela não morando perto. Até que a mãe dela descobriu e não era muito a favor encarava como se eu tivesse tentando destruir a vida dela com o marido. Quando isso foi aumentando ela desistiu de mim e sumiu, me bloqueou e parou de falar comigo. Eu perdi o chão fiquei sem saber Oq fazer. Comecei a beber e fumar e a vida perdeu o sentido devido mais uma desilusão amorosa. Durante a quarentena, quase fui demitido por conta de cortes de funcionário. Porém me deram férias e eu tentei tirar minha vida, pois sentia um vazio no meu peito. Tive acompanhamento profissional e a presença dos meus pais e bem com o tempo larguei a medicação. Voltei a trabalhar e tudo estava certo. Porém ela (moça do começo da história)voltou, me disse que a mãe dela estava com câncer e que ela viu que a vida era complicada e que sentia minha falta. Que pensava muito em mim.... e eu na esperança de tudo se acertar tentei outra vez me joguei de cabeça. Mas por conta da quarentena a gente não conseguia se ver. Não queria ser o cara chato que fica mandando mensagem e enchendo o saco. E dava o espaço dela, mandava chocolates para falar que pensava nela e que tudo ia passar. Mês passado passei a trabalhar de sábado coisa que não fazia e ter uma cobrança muito maior dentro do trabalho. Fiz aniversário e hoje me cobro muito, sobre tudo que não consegui fazer. Um curso, uma faculdade ou outro idioma. Tentei fazer uma atividade física para pensar em outras coisas, indicação da minha terapeuta. Mas na primeira semana que faço descubro que tenho um problema no joelho e não sei ainda se será necessária cirurgia ou infiltração. A mulher que eu amo perdeu a mãe dela e não responde minha mensagens além de não atender o celular. Acho que ela talvez tenha desistido de mim outra vez. No trabalho amigos meus acharam outras vagas e eu não consigo uma entrevista para tentar algo melhor. Sabe aquele momento que tudo que você tenta da errado ? Ou simplesmente não acontece ? Isso tá rolando agora. Eu odeio minha vida, meu corpo e até alguns dos meus pensamentos. E a vida não tá fazendo sentido pra mim....
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2020.09.10 23:51 Helamaa 😳👉🏻👈🏻

a carência tá imoral e eu tô procurando uma namoradinha, se vcs conhecerem alguma mina que tenha esses requisitos, me avisem redpillada channer, dogoleira, wgtow, ancap, , jogadora de poker, bv, virgem, sem amigos, crente, fã da UDR,magrela, footlet,escuta Chico Buarque, weeabo, hikkimori, otaku, gameri, hetero,federal,trader de bitcoin,hacker, defacer, cubista, penspinner, recordista de memorização de baralhos, timida, mãe de pet, hidratada, não consumidora de açucar, saudável, youtuber, netolover, pooper, cambista, shitposter, anarquista, materialista, roquista, travesquista, mono talon vlogger, blogueira, e-girl, intolerante a lactose, intolerante a gluten, grinder e hipnóloga, fiel, niilista existencialista, metaleira, headbanguer, pelo no suvaco, patriota, masoquista, ballbuster, jogadora de minecraft, buceta fedida, que não tenha medo de chuta minhas bolas pelo amor de deus eu nao consigo encontrar uma menina pra chutar minhas bolas por favor deus eu imploro nao agusnto mais isso nao eh um meme porque voces tem medo de me chutar no saco. Raça: nórdica Altura: 170cm+ Pele: 1 ou 2 (Fitzpatrick) Olhos: 7+ (Martin) Cabelos: qualquer cor, mas apenas lisos ou ondulados (FIA) Nariz: reto ou virado para cima Crânio: dolico ou mesocefálico Óculos: não Aparelhos: não Queixo furado: não Covinhas: não Orelha presa: não Orelha de abano: não Franja em V: não Pelos no corpo: muito pouco Tatuagem: não Graduação: apenas cursos voltados à pesquisa Faculdade: apenas bem conceituadas Habilidades matemáticas: sim Idiomas: fluência em inglês e mais outro idioma Álcool, cigarro, drogas: não, nenhum Personalidade: introversão Cultura: europeia ocidental RELIGIÃO: Cristã Ortodoxa Gostar de escutar rogério skylab:
Para ser sincero, você precisa ter um QI muito alto para entender Rogério Skylab Para ser sincero, você precisa ter um QI muito alto para entender Rogério Skylab. O humor é extremamente sutil e, sem uma compreensão sólida de filosofia moderna, a maioria das piadas vai passar despercebida pelo telespectador médio. Há também a visão niilista de Rogério, que está habilmente tecida em sua caracterização - sua filosofia pessoal se baseia fortemente na literatura de Nododaya Volya, por exemplo. Os fãs entendem essas coisas; eles têm a capacidade intelectual para realmente apreciar a profundidade dessas piadas, para perceber que elas não são apenas engraçadas - elas dizem algo profundo sobre a VIDA. Como conseqüência, as pessoas que não gostam de Rogério Skylab são verdadeiros idiotas - é claro que eles não apreciariam, por exemplo, o humor no bordão existencial de Rogério "Chico Xavier é viado e Roberto Carlos tem perna de pau", que é uma referência criptíca para o épico Pais e Filhos do russo Turgenev. Estou sorrindo agora mesmo imaginando um desses coitados simplistas coçando a cabeça em confusão enquanto as músicas se desenrolam na tela de seu computador. Que tolos… como eu tenho pena deles. E sim, a propósito, eu tenho uma tatuagem do Rogério Skylab. E não, você não pode vê-la. É só para os olhos das damas. E mesmo elas, precisam demonstrar de antemão que possuem um QI com diferença absoluta de no máximo 5 pontos do meu (de preferência para baixo).
Rotina, Habitos e interesses: Nofap + Banho Gelado + comer carne crua + comer virado pra parede + biohack + dormir no chão + Jordan Peterson + mewing + HBD + PUA + jelq + dormir 5 horas por dia + café gelado sem açúcar + hipismo + compilação mitadas Enéas + alho cru + podcast do Joe Rogan + redpill + Brain Force + Jejum + meditação iasd + músicas para concentração, foco e inteligência + teste de QI da internet + grupos de linhagem viking do facebook + ficar longe do poste de internet 4G + youtube do varg vikernes + essência de morango da turma da mônica no narguilé + jogar vape na cara de todo mundo que tentar entrar no bloco da faculdade + 5 segundos de calistenia no deserto do atacama + darkcel + óculos do aécio na foto de perfil + ler quotes do nietzsche no brainy quote + criar galinha no quarto sem os pais saberem + Alho cru + uma colher de azeite quando acorda e outra antes de dormir + jejum de 24hrs a cada 72hrs + assistir VT no premiere logo que chega do estádio + canal Ultras World + LibreFighting + Operation Werewolf + comprar os artigos do Paul Waggener + Centhurion METHOD + humilliation exposure com a finalidade de criar uma crosta na sua mente capaz de desenvolver uma resiliência que resiste à humilhação como se ela fosse nada + tomar banho descalço em chuveiro de academia com chão mijado + musculação caseira + hackear o sono + Empreender + 10 livros de auto ajuda por mês + PUA + Selo super fã da fúria e tradição + Biokinesis + 432hz music + Mexer o pau sem piscar o cú + meditação transcendental + veganismo + minoxidil para cultivar uma barba + filmografia Jason Stataham + assistir vikings + redpill + ir no cinema sozinho + treino saitama + coach quântico + enema de café + dieta lair ribeiro + agua alcalina + O Método de Wim Hof + sabedoria hiperbórea + artigos da Nova Resistência + Biblioteca do Dídimo Matos + dormir virado pra patede assoviando no escuro pra espantar o curupira + dar 3 pulinhos toda vez que levantar da cama + dizer amém quando um 1113 azul passar por você na rua + 100 flexões por dia + 6 meses de jelq + injaculação guiada + sociedade thule + energia vril + chapéu de alumínio para se proteger das armas psicotronicas emitidas pela CIA + caderno de anotações smiliguido + pedir a bênção ao carteiro toda segunda de manhã + 3 horas de academia + 4 horas de corrida + mascar café + exercícios penianos do Dr. Rey + maratona saga Rocky + trilha sonora saga Rocky + trilogia Mercenários + filmes do Jason Statham + assoviar o hino do Palmeiras de ponta-cabeça + intro do Canal do Nicola em loop + palestras do Antonio Conte + vídeos do Rodrigo Baltar + dicas do Gustavo Gambit + aulas de italiano + dormir ouvindo Ultraje a Rigor + ler Walden pelado na mata atlântica de madrugada + ouvir músicas em velocidade aumentada + canto gregoriano árabe + ensinar hino do botafogo pra calopsita + fritar comida com banha de porco + assistir videos de situaçoes de risco com a finalidade de se preparar para o perigo + Terapia Holistica com 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Astúrias perguntar quando custa a bolacha Bauducco que aparece no site + Mandar entregar pizza na Rua dos Tamoios casa n°18 com portão vermelho + cosplay de russo no Omegle pedindo pra mostrarem a bunda + Dormir imaginando uma linha pra fazer viagem astral + recitar Homero pra mendigo + tomar antibiótico no café da manhã + Meditar imaginando o raio de luz violeta que representa a energia transmutadora + Workshop Reiki do Canal Luz da Serra MULHERES TERRAPLANISTAS RALEM.
Primeiro de tudo! Vai tomar no cu, MULHERES terraplanistas! Junto com todas que me contrariaram nos últimos meses falando "dur hur você não sabe nada de paleontologia, vai assistir seus desenhos filipinos e não encha o saco". TODOS OS DINOSSAUROS TEM PENAS! LERAM DIREITO? TODOS OS DINOSSAUROS TEM PENAS! A farsa ficou tão óbvia, que eles não tem mais como esconder que TODOS OS DINOSSAUROS TEM PENAS! Alguns mais penas, outros menos penas, MAS TODOS TEM. E aproveitando no mesmo vídeo, NÃO TEVE METEORO PORRA NENHUMA! Provavelmente as mudanças climáticas naturais, junto com a separação gradual dos continentes, é que extinguiu a mega-flora e a mega-fauna. E se teve algum meteoro, apenas acelerou o processo em uma região muito especifica. Agora só falta as ((especialistas)) e a (((Academia))) admitir que dinossauros nunca existiram e que foi tudo um erro grotesco de interpretação de pessoas que não sabiam que caralhos eram aqueles esqueletos. São apenas aves e mamíferos ancestrais de milhões de anos atrás. E antes que eu me esqueça, vai todo mundo que me contrariou tomar no cu!
GOSTAR DE MIM POR QUEM EU SOU E NAO PELA MINHA APARENCIA
Sério, de verdade, ser uma pessoa bonita não é fácil em nossa sociedade atual; não é só os olhares de desejo das mulheres e dos homens que me incomoda, e sim, o fato de ser só isso para as pessoas. Sou muito mais que apenas um cara bonito. Tenho qualidades além dessas, e saber que as pessoas não ligam para elas, pois estão entorpecidas de anseio pela minha formosura, me entristece muito.
Não suporto mais ser bonito. Tudo que eu queria era poder nascer de novo num corpo de uma pessoa feia, pois sério, vocês não sabem como me dói saber que por culpa de algo que nasceu em mim (a incrível beleza), serei rotulado eternamente por isso.
Eu trabalho, estudo, procuro, conheço, aprendo! Sou um ser-humano como qualquer outro e não só mais um rostinho bonito.
Pergunta antes de eu poder te namorar: Você é ocultista?
Essa é a pergunta de um milhão de dólares que raramente vejo sendo feita.
Se você ainda não for, pra se tornar minha namorada precisará ser e aqui está como fazer isso
É fato que a maior parte da literatura especializada ocidental acredita em Deus e Cristo, somente olhando-o por uma lente diferente. Não há um ritual que lhe aproxime de Deus, as coisas raramente são tão simples. Entretanto, com estudo e meditação o caminho começa a ficar mais claro.
Entenda que não sou nenhum senhor da verdade, e o que te falo hoje posso descobrir ser mentira amanhã. Saiba também que um dos maiores problemas desse meio é a falta de um início claro, sendo as obras tidas como introdutórias porcarias completas. Dito isso, lhe respondo o seguinte:
  1. O caminho mais completo para se aproximar do que você quer começa com noções do pensamento Helênico. Entenda que boa parte da visão de mundo cristã vem da antiguidade clássica, principalmente as noções de harmonia e belo. Não te peço para ler tudo o que já foi jogado ao chão pelos gregos, mas saiba um pouco das origens das coisas. Tenha uma ideia básica dos quatro humores gregos, e que essa é uma das origens para atribuirmos personalidades aos elementos da natureza. Entenda um pouco dos seus deuses e Cosmos, porque eles serão utilizados no futuro de forma metafórica em textos. Saiba que quando aparecer um hermafrodita em um texto especializado não há conexão com desvios modernos, mas com um simbolismo mais antigo (Salvo engano, sua origem é Platônica. Mais especificamente, O Banquete, durante os discursos sobre amor).
  2. Entenda que boa parte da origem da magia ocidental vem da confluência da cultura grega com a egípcia, incluindo a alquimia. A tábua esmeralda é um texto obrigatório. Leia um pouco sobre o Axioma de Maria, A judia. Aprenda um pouco da simbologia alquímica, porque será importante para você no futuro. É dentro da alquimia que irão discursar sem final sobre a trindade (pelo menos os da corrente de Paracelso). Não se pretenda nenhum mestre dos espagíricos, porque os químicos farão isso melhor do que você. Entenda que não havia essa separação absoluta entre o material e o espiritual, então os dois conhecimentos andaram juntos ao decorrer da história. Entenda também que haviam escritores voltados especificamente para a alquimia espiritual, enquanto outros à química.
  3. Estude a Cabala. Eu entendo que para alguns seja difícil dar atenção à Cabala Judaica com o surto conspiracionista chanístico sobre a índole de todo um povo, mas querendo ou não o judaísmo é o Pai da fé cristã, sendo Jesus judeu. Entenda que a árvore da vida é um estudo sobre Deus e suas emanações, e dela virá uma boa parte de seu conhecimento.
  4. Leia as coisas atuais sobre o assunto. Dê atenção aos escritores herméticos, principalmente.
Ocultismo é um saco, pelo menos se você for estudar seriamente. Você pode perder a vida se tiver um projeto ambicioso como se aproximar de Deus.
Você também pode pular algumas etapas no que te falei. Sobre a parte do pensamento grego, saiba que boa parte é "dispensável". Dito isso, recomento que entenda um pouco sobre o funcionamento do Cosmos de Ptolomeu. Entenda também alguns dos símbolos planetários, porque seu entendimento irá lhe ajudar no futuro.
Pra me namorar também tem que gostar dos animes:
Akame ga Kill! Akarui Sekai Keikaku Ana Satsujin Asu no Yoichi! Azumanga Daioh Balance Policy Black Cat BlazBlue: Remix Heart Chichi ga Loli na Mono de Choujigen Game Neptune: The Animation - Dengeki Comic Anthology Come Come Vanilla! Criminale! Dog Style Domina no Do! Eden no Ori Evangelion Fullmetal Alchemist K-on! Naruto Shingeki no Kyojin Yu-gi-oh
Sobre assistir Yu-gi-oh; quando eu era adolescente, gostava (na época que passou na TV Globinho e era moda), mas hoje em dia não gosto mais; então não assistiria de novo.
Quanto às minhas lembranças marcantes de Yu-gi-oh:
Em 2003, Yu-gi-oh era moda e todo mundo na escola da quinta e da sexta série jogava com cartinhas piratas, já o pessoal da sétima e da oitava não se interessava. A propósito, em 2003 tiveram duas grandes modas de brinquedos baseados em animes, cartinhas de Yu-gi-oh e Beyblade. Outro brinquedo que todo mundo da quinta e da sexta série levava pra escola em 2003 depois que passou a moda de Yu-gi-oh e começou a moda da Beyblade era a Beyblade.
Outra lembrança marcante que tenho de Yu-gi-oh é que em 2003 na escola o pessoal criava suas próprias cartinhas, fazendo desenhos e estatísticas.
Fujimura-kun Mates Gantz Gou-Dere Bishoujo Nagihara Sora♥️ Higurashi no Naku Koro ni Kai: Matsuribayashi-hen Hitsugi no Chaika Ichigo 100% Ichinensei ni Nacchattara In Bura!: Bishoujo Kyuuketsuki no Hazukashii Himitsu Jigokuren: Love in the Hell Jinzou Shoujo JoJo no Kimyou na Bouken Part 4: Diamond wa Kudakenai JoJo no Kimyou na Bouken Part 5: Ougon no Kaze JoJo no Kimyou na Bouken Part 6: Stone Ocean JoJo no Kimyou na Bouken Part 7: Steel Ball Run Kaibutsu Oujo Lucky☆Star Mahou no Iroha! Mahou Tsukai Kurohime Monster Hunter Orage Mujaki no Rakuen Needless Zero Nyotai-ka Onihime VS Oretama Perowan!: Hayakushinasai! Goshujinsama♪ Re:Marina Rosario to Vampire Saitama Chainsaw Shoujo Sankarea School Rumble Shingetsutan Tsukihime Shocking Pink! Shurabara! Sora no Otoshimono Sora no Otoshimono Pico Akame ga Kill! Ana Satsujin Asu no Yoichi! Azumanga Daioh Balance Policy Black Cat BlazBlue: Remix Heart Chichi ga Loli na Mono de Choujigen Game Neptune: The Animation - Dengeki Comic Anthology Come Come Vanilla! Dorohedoro Nekopara Pet Toaru Kagaku no Railgun Magia Record: Mahou Shoujo Madoka☆Magica Gaiden Rikei ga Koi ni Ochita no de Shoumei shitemita.Rikei ga Koi ni Ochita no de Shoumei shitemita. Isekai Quartet 2Isekai Quartet 2 Ishuzoku Reviewers Somali to Mori no Kamisama Eizouken ni wa Te wo Dasu na!Eizouken ni wa Te wo Dasu na! Itai no wa Iya nano de Bougyoryoku ni Kyokufuri Shitai to Omoimasu.Itai no wa Iya nano de Bougyoryoku ni Kyokufuri Shitai to Omoimasu. Jibaku Shounen Hanako-kun Haikyuu!!: To the TopHaikyuu!!: To the Top Darwin's GameDarwin's Game Kyokou SuiriKyokou Suiri Plunderer
PRE REQUISITO: GOSTAR DE FILMES DE FAROESTE.
IMPORTANTE: Se você gosta de filmes de super heroi, pare de ler e va se foder.
Se você é assim, fique longe de mim.
NÃO QUERO AS MULHERES QUE: As que falam palavrões As que fumam As que usam drogas As que postam foto com bebida Que bebem (menos 🍷, isso é coisa de dama) As que vão para balada, festa, rave etc As que postam foto com decote ou sensuais
Há uma coisa que eu quero que você entenda sobre nós os homens.
Quando você colocar uma foto sua nua no facebook, fazendo uma pose gostosa, mostrando os seios ou como vemos em várias fotos mostrando o bumbum ou deitada sedutoramente em sua cama, a única coisa que você faz é que as pessoas tenham desejo sexual por você, claro em A maioria dos casos por parte de homens.
Eu sei que você vai ficar tão emocionada com os 500 likes, 120 comentários e as inúmeras mensagens privadas! Você vai querer postar cada vez mais fotos para se sentir cada vez mais no topo.
Mas há algo importante que você precisa saber:
Na verdade nenhum desses caras que gostam, comentam ou enviam mensagens privadas te ama. Tudo o que eles querem é usá-la e depois atirá-la para o lixo, para ser honesto nenhum deles a levaria para sua casa para ser sua esposa, acredite em mim, você para eles não é mais que uma menina de programa em busca de popularidade barata No Facebook.
Os homens ricos os que tem o que você procura "dinheiro" ou os pobres admiram as mulheres que se vestem com decência e se respeitam. Uma vestimenta decente que não revela muito o seu corpo, leva-os a amar e a respeitar-te, isto a simples vista nos diz que és uma mulher virtuosa, alguém a quem se pode levar para casa para ser esposa e mãe.
Isto em muitos casos diz-lhes que você foi criada com princípios morais e lhes dá detalhes do seu bom histórico familiar.
Eles não se preocupam muito com a maquiagem excessiva, uma mulher digna de propor casamento sempre se distingue do monte, não importa como.
Valoriza seu corpo, lembre-se que para encontrar diamantes é preciso cavar, respeita, e um verdadeiro homem vai te respeitar de um modo ou de outro.
Mas você terá muito respeito: Mulher, não mostre seu corpo no facebook, você não sabe que tipo de pessoas, venha suas coisas, você é uma mulher bela, não precisa de fotos, nem mostrar tanto, você pode conquistar com sua simpatia, com seu educación con seu sonrrisa,
As que já ficaram com amigos seus, ou que ficam com mais de 3 em um único ano As que não trabalham ou estudam (ou que estão em um curso irrelevante de humanas) As que não sabem o básico de uma casa, como lavar, passar roupa, cozinhar, trocar fralda, etc As interesseiras As que estão pedindo presentes sempre As que já estão comprometidas As não gostam de crianças ou dizem que não querem ter filhos (pessoas que não querem ter filhos não são confiáveis) As que tem piercing de bufalo
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2020.09.02 18:25 marvinpls desabafos de um LEIGO e AZARADO com iniciação científica na faculdade (parte 1?)

É textão galera, contarei algumas fofocas da minha área, do meu grupo atual de pesquisa, e da minha tristeza dentro dele. Decidi fazer esse post porque neste exato momento estou numa reunião de entrevista para novos integrantes (online), e comecei a viajar sobre a trajetória que fiz nesses 2 anos e meio de estudo.
Tenho 22 anos, atualmente no 11° período (risos), sou homem (isso será relevante depois), e faço psicologia. Nem tudo foi culpa minha, mas assumo que fiz parte do problema.
Em 2018 eu decidi entrar num grupo de pesquisa.
Era mais ou menos em agosto/ setembro, e decidi encher o saco de uma coordenadora de pesquisa no facebook sobre seu grupo na faculdade. Soube por alunos que havia bolsa, que fazer pesquisa era legal, e que poderia incrementar o currículo no futuro. Eu estava no 5° período se não me engano, e meu maior motivador eram os artigos que andava lendo na época sobre vídeo game e psicologia evolucionista (uma síntese entre psicologia, sociologia e biologia).
Depois de um mês esperando e enchendo saco, consegui uma avaliação.
Era uma avaliação simples, haviam apenas 4 perguntas e eram coisa boba sobre interesse, o que eu já havia produzido antes e yada yada. Achei estranho pois em alguns lugares entrar pra pesquisa era mais complicado, e havia entrevista também. Depois de muito tempo fui entender o porquê.
Eu posso dizer que tudo começou com a escolha do projeto de pesquisa, acho que foi aí que começou a bola de neve de problemas, a turbina em chamas do Donnie Darko, ou o momento em que Evan conheceu a Kayleigh em Efeito Borboleta.
Fui orientado à escolher um projeto de pesquisa que já estava em andamento. Haviam vários temas, desde cirurgia bariátrica, porte de arma de fogo e... vídeo game.
Vou ser bem sincero, acho que essa foi a pior escolha que fiz na vida. Vídeo game? Sério? Não tinha uma escolha mais... sei lá, interessante?
Na verdade era. Ainda acho na verdade. Não vou descreditar a área de pesquisa em vídeo games, não faz o menor sentido. Estou produzindo ainda material, e vejo que virou um assunto 'pop' ano passado com a nova adição do CID-11 de transtorno de vídeo game.
O projeto de pesquisa era testar um aplicativo de celular bastante popular que prometia um "melhoramento cognitivo", que em miúdos era tipo deixar você mais "esperto". O projeto era muito difícil, muito mais difícil que qualquer trabalho naquele grupo.
Mas difícil significa que dá pra fazer ainda, né? Não. Não dependia só de mim. Eu e meu grupo (inicialmente composto por 4 pessoas, eu e mais 3 mulheres) tínhamos que conseguir 60 pessoas que QUISESSEM jogar a porr# de um jogo de celular chato pra cacete, inicialmente durante 2 MESES, e ainda havia aplicação de testes psicométricos no começo e no final do treinamento (que demoravam 1hr e meia pra ser concluído, era exaustivo pra caralho).
O mercado de aplicativos de celular é extenso. Na verdade, existe promessa de vídeo game te deixar mais esperto desde a década de 80, com um jogo da Nintendo. Mas esse se dizia ~cientificamente confiável~, e nosso trabalho era justamente testá-lo.
Era minha primeira experiência com produção de material, e estava super animado, mas não era um trabalho só exaustivo pra pessoa. Eu tinha que achar a pessoa interessada (o que era muito difícil), marcar com ela, separar um dia com folga pra fazer os testes, muitas vezes o teste era dividido em dois, totalizando 2 semanas pra começar o treinamento. Esses testes psicométricos eram importantes para avaliar como a pessoa estava antes do treinamento.
Ela treinava por 2 MESES, dias intercalados (o que dava 1 mes jogando no celular), e tinha de ser 1 hora de jogo, que era MUITO CHATO. Sabe aqueles jogos super simples tipo memória, adivinhar uma sequência de números e tal? Então, eram vários desses. E no final, passava-se os mesmos testes do começo, que poderia demorar 2 semanas também, mas se a pessoa quisesse fazer tudo num dia, poderia.
Óbvio que deu errado. O projeto não era tão impossível de fazer, só éramos as pessoas erradas. Normalmente em projetos trabalhosos como esses, são feitos por laboratórios grandes, com um número de participantes grande também. As pessoas passam por uma triagem melhor também, com tempo de folga, e as vezes até são incentivados de uma forma ou outra... mas o nosso não, eram de amigos ou pessoas da faculdade. Alguns amigos se propuseram de fazer, mas foi enfadonho demais.
Material psicométrico é caro. Alguns nem tanto, mas alguns são bem caro. Procurem aquele teste de Rorschach, só as pranchas são quase 800 reais, visto que são importados. Os que eu usava eram R$150, eram vários cadernos que NÃO PODERIA SER RABISCADO. E rabiscaram. A culpa ficou nas minhas costas, mas felizmente não tive de pagar (eu não sei nem como iria arrumar essa grana, afinal universitário é tudo duro, pelo menos do meu círculo era).
Nesse dia foi engraçado. Estava fazendo com duas mulheres, elas pareciam até contentes com o teste, ficaram brincando sobre as questões e conversando comigo. Achei super legal por parte delas de participar de um negócio tão chato. Fiz todos os procedimentos, ressaltei a importância de não rabiscarem o caderno, e que as respostas eram anotadas numa folha separada.
Elas entenderam. Quando viro a cara pra olhar o celular, tá lá a menina marcando tudo de CANETA no caderno. Tive um treco.
Primeiro que o material era caro em si, e segundo que alguns deles não eram meus, nem da coordenadora, e sim da universidade. Ou seja, o problema era maior, porque eu teria que levar na coordenação, pagar pelo material, etc. Por sorte, a minha coordenadora aliviou pro meu lado, e disse que ela resolveria isso.
Outro caso foi com uma senhora. Todos os dias de treinamento a pessoa tinha que me enviar prints por whatsapp contendo os resultados do treino. Muito, mas muito raro as pessoas enviavam todos os dias necessários, e fazia com que 2 meses virassem 3 de tanto que as pessoas começavam a deixar de fazer, ignorar a gente, fazer menos tempo que deveria, e por aí vai...
Mas com essa senhora foi mais difícil ainda. Ela tinha dificuldade com o aplicativo, e tive de marcar vários dias na faculdade pra ensiná-la a jogar e mexer no app. Confesso que eu mesmo não manjava tanto.
Ela dizia que entendia, sabia como printar, e me enviaria. Ela até foi mais esforçada que as outras pessoas que se prontificaram, só que tinha um outro problema. Quando a pessoa não treinava direito, o app não reconhecia os resultados, e assim não dava as paradas que precisávamos computar.
Ela dizia que jogava por 1hr e não gerava resultado. Eu pedia pra que jogasse mais uns minutinhos pra ver se saía, e não vinha nada rs. Ela se dizia frustrada, tava tomando muito tempo do dia dela, e ela ficava com dor de cabeça.
Fiquei muito triste, mais ainda porque não queria fazer ela se sujeitar à isso, e também porque eu estava perdendo um tempão fazendo as pessoas me cumprirem um favor chatíssimo.
Projeto de pesquisa ruim, e agora sobre os integrantes...
Eram 4 pessoas. Duas meteram o pé 1 mês depois que eu entrei no grupo. Uma delas estava terminando a faculdade, e disse que estava muito ocupada para se envolver com grupo de pesquisa. Até hoje não sei se era verdade, mas tudo bem, cada um sabe onde o calo aperta.
A segunda menina saiu porque havia arrumado um em estágio remunerado. Fico feliz por ela, e ao mesmo tempo com inveja kkk ("inveja branca", como dizia minha mãe) queria muito ter conseguido um também. O problema é que ela era a mentora da parada, e ela tinha muitas fichas importantes sobre o projeto que ela >não deu pra gente quando saiu<. Ela vazou e ficou de mandar algumas paradas importantes, como fichas de pessoas que já haviam feito todo o treinamento. Enrolou por vários meses, e no final não entregou porque não sabia onde estava. Ou seja, parte do progresso havia sido perdido.
Restou eu e uma outra menina que era super interessada e participativa. Ela ainda está no grupo comigo hoje.
Como o texto tá grande pra caralho, vou deixar assim mesmo. Ainda tem bastante coisa pra contar, mas se calhar de uma parte 2, eu escrevo e mando aqui depois. Espero não estar enchendo o saco de vocês com um textão desse, vou repensar se continuo desabafando sobre esse problema kkk.
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2020.08.22 02:27 Luizinguitar3 Não aguento mais lidar com merdas de terceiros que refletem até na vida pessoal de quem não tem nada a ver.

Minha mãe é uma pessoa que sempre estudou muito e fez de tudo para nunca precisar contar, financeiramente e/ou emocionalmente com a família que ela tem, no caso, a mãe, pai e irmã dela. Construiu uma carreira na área de química ligada a radiação, hoje é pesquisadora e, apesar de estarmos falidos por causa de terceiros, ganha bem.
Tudo foi bem na medida do possível, até que, em por volta de 2007, meu avô, pai dela e já idoso, foi preso num esquema criminoso aí que rolou (nada muito sério, tipo matar alguém, mas ainda assim crime) e ela teve que gastar boa parte da grana que ela não tinha com advogado para, além dele, minha avó e minha tia que era cúmplices de tudo.
Alguns anos depois dessa treta, minha avó, que não olhava na nossa cara há pelo menos uns 8 anos, oficialmente perdeu tudo que tinha e veio morar aqui em casa, que não é um lugar grande, e ficou quase 5 anos (de 2015 até o final de 2019) nos enchendo o saco, já que ela é uma pessoa extremamente ingrata e egoísta, fazendo com que pessoas que amávamos e que frequentavam nossa casa nunca mais nos visitassem e, de quebra, como tinha sido recém diagnosticada de um câncer, gastando mais dinheiro da minha mãe, porém não dizia nem um obrigado para nada. Uma vez minha mãe sofreu um acidente de carro, chegou em casa visivelmente machucada e ela só foi reparar 3 dias depois (e eram hematomas gigantes no pescoço e braços, ou seja, dá pra ver fácil). Mesmo não querendo e evitando demonstrar, minha mãe sofria muito com isso.
Nesse meio tempo, meu avô saiu da prisão e aí foi mais grana da minha mãe pra sustentar ele agora, que mora com a irmã dele, tia da minha mãe, e, de quebra, ainda teve que pagar dívidas absurdas da irmã dela, que nunca paga o que deve, não faz absolutamente nada para os pais e ainda é extremamente grossa e agressiva com a minha mãe. Entre 2007 e 2015, minha tia morou com minha avó e sentava a porrada nela (na época minha avó tinha entre 70 e 78 anos, ou seja, idosa), e mesmo assim é a filha favorita de ambos até hoje.
Pra coroar a treta toda, no final de 2016 meu pai, que mora com a gente, começou a demonstrar uns comportamentos estranhos e só esse ano (por volta de março se não me engano) finalmente um médico o diagnosticou com uma doença cujos sintomas casam com o que ele tem. Ela se chama demência fronto temporal e, se pesquisarem sobre casos, vão ver que a rotina da pessoa e das que convivem com ela mudam muito devido a isso. De quebra também, o gasto mensal aumentou muito, além de tudo, devido a necessidade de médicos, já que nosso plano de saúde que é o único que conseguimos pagar não ajuda em praticamente nada, e, pra coroar, o salário dele e da minha mãe caíram em mais de 50%. Se não fosse o auxílio emergencial e um auxílio que tô recebendo pela faculdade nem sei o que faria, já que também não ganho lá muita coisa pelo trabalho e, como sou autônomo, não tem como contar muito ainda mais nesse período.
Apesar de ser uma pessoa doce, inteligentíssima, tratar todo mundo bem, todo mundo gostar muito dela e admira-la bastante, inclusive eu, sei que ela tenta muito ser uma ótima mãe, mas não é a pessoa mais atenciosa do mundo em relação a mim e minha irmã. Os únicos assuntos que ela conversa comigo são faculdade e trabalho (ela é acadêmica e sonha com meu doutorado, sendo que nem no terceiro período da faculdade tô). Normalmente, como ela tem que carregar o mundo nas costas, ela se preocupa mais em resolver o que dá pra ser resolvido e tapar o que está ruim com uma peneira até não dar mais e aí precisar resolver.
Meu pai era um excelente pai e realmente não é exagero, mas na situação atual não é como se ele conseguisse dar conta das coisas, mesmo qu minimamente, então ela se sente frustrada e sozinha por ter pedido o suporte dela. Ambos se davam muito bem e foi (e é) bem foda pra ela.
Apesar de eu já ter o diagnóstico médico de depressão há pelo menos uns 5 anos, esse período de pandemia piorou tudo e, além disso, tenho tido crises bem ferradas de ansiedade. Não só devido a minha família, mas também porque namoro uma pessoa cuja mãe é (diagnosticadamente) narcisista, que faz a vida dela um inferno e, apesar de termos um relacionamento foda entre nós dois, eu estou sempre preocupado com o que essa mulher possa fazer. Além disso, mesmo quando não rola nada, não consigo dormir bem. Até malhando e tomando remédios (prescritos) tá ficando difícil e sinto que estou a beira de ter um colapso nervoso. Muitas noites me vejo tremendo, sem conseguir respirar, com pensamentos suicidas e completamente exausto, mas sem conseguir dormir. A única coisa que tenho feito fora de casa é levar meu pai pro mercado e na padaria, porque ele gosta de, nas palavras dele, "dar voltinha" no quarteirão, e ir no banco quando preciso resolver algo. Ou seja, se eu já não tinha muita "vida", agora tá pior ainda.
A questão é que essa parada de, não só minha mãe, mas principalmente ela (que é meio que meu único apoio familiar e na vida além da pessoa que namoro) fazerem tão pouco de mim e do que sou e sinto fica me matando porque não importa quantas vezes eu peça ajuda, ninguém ouve. Tenho muito medo de acabar tendo um colapso nervoso, como já aconteceu antes.
Faço acompanhamento psicológico há uns anos e recentemente (faz uns 3 meses) mudei o atendimento de 1x para 2x por semana, mas o que são só duas (dependendo da semana menos) sessões de terapia para alguém que passa a semana cagado?
E, assim como a pessoa que namoro passa com a mãe dela, ter que lidar com um monte de consequências ruins na vida por causa de coisas merdas que terceiros que pouco tem a ver com a sua (como meus avós, minha tia e minha sogra, por exemplo) e se ver completamente sem perspectiva por causa dos outros é muito ruim.
Não tenho muitos amigos (não que dê pra pedir algum apoio nem que seja pra ouvir como me sinto) e minha família, que já era distante, depois da doença do meu pai simplesmente sumiu.
As vezes sinto que minha mãe quis ter os filhos, mas nunca pensou de fato em como seria cuidar deles, até porque ela nunca teve quem cuidasse dela, então nem faz ideia de como é isso e, de fato, quem era mais ativo no nosso dia a dia, até porque o horário de trabalho dela era menos flexível, era meu pai, então até essa quarentena ela nunca tinha ficado tanto tempo perto da gente e muito menos em casa.
Tenho uma irmã, que é menor de idade, e minha mãe até dá um certo apoio e presença maior a ela por conta disso, mas, no meu caso, é como se eu fosse só uma pessoa que mora de favor aqui. Entendo que muita gente se sente assim depois que faz 18 anos, mas é foda principalmente quando não se tem ninguém para contar, ou ao menos um amigo pra desabafar.
Tenho muita dificuldade em fazer amizades, o que piora tudo, e acho que isso também vem do fato de que, apesar de eu sempre ter sido uma pessoa introvertida e mesmo assim conseguisse fazer uma ou outra amizade, os últimos tempos pra cá, por estar sempre ansioso, preocupado e correndo pra lidar com a minha família, seja porque meu pai não pode ficar sozinho em casa, ou porque trabalho, ou porque deu uma merda nova na vida da minha mãe e ela tem que resolver em cima da hora ou porque minha irmã tomou remédios demais e foi parar na UTI (sim. Já rolou algumas vezes, já que ela também é depressiva).
Para botar a cerejinha no bolo, sou homem trans e comecei com os hormônios há cerca de um ano, logo minha cara tá bem diferente e minha mãe não lida bem com isso, então, querendo ou não, isso também afastou mais a gente. Nas palavras dela quando contei: "eu já tenho um monte de problema pra resolver e você me aparece com mais isso?"
Penso muito em sair de casa, pouco antes da pandemia tava começando a tirar isso do papel, mas sempre que comentava sobre a ideia, como algo hipotético, todo mundo aqui falava que agora não dava, porque eu tinha que ajudar a cuidar do meu pai, e, com a pandemia, desanimei de vez (e o dinheiro todo acabou, pois era isso ou mais dívidas.)
Percebo sim que minha mãe tem uma preferência pela minha irmã, pois, por ela gostar mais de estudar que eu, principalmente coisas tidas como "normais" (normal eu digo coisas que compreendem as áreas de exatas, humanas, línguas e biológicas. Claro que nada é tão simples assim, mas eu faço faculdade de música então forçando a barra acho que deu pra entender a comparação), se for pra escolher quem vai cuidar da casa e do meu pai e quem vai estudar acho que já temos uma resposta. Além disso, a personalidade de ambas é bem parecida.
Realmente não sei o que fazer. Não sei se alguém vai ler até o fim, digitei tudo de uma vez. Só queria me sentir capaz de ter a minha própria vida, não só financeiramente, mas sem situações que bloqueassem completamente qualquer coisa que eu tentasse e automaticamente fizessem com que eu me sentisse cada vez mais sufocado nessa bola de neve gigante.
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2020.07.14 16:30 galoccego Relato de um ex-barman

ESSE RELATO NÃO É MEU, ENCONTREI NO FACE E COMO ACHEI MUITO INTERESSANTE DECIDI TRAZER PARA O REDDIT.
Relato da internet: Parte 1 Já trabalhei como barman e observando bastante a vida dos que estavam do outro lado do balcão, tudo o que já falaram é verdade.
Entradas para as mulheres são sempre cortesias. Os homens pagam caro. E não se enganem achando que as mulheres não pagam a entrada, quem paga são os homens. Se a entrada na noite custa R$ 30,00 pra um homem, a verdade é que é R$ 15,00 masc(a dele). e R$ 15,00 femin(de alguma menina que entrou "free"). Os donos de bares jamais levam prejuízos e nada é de graça. No bar que eu trabalhava, o dono fazia "descontos" para os amigos, e usava esse argumento.
Nos bares sempre tem as bebidas originais bem guardadas, que são destinadas aos Vips. Geralmente, os alfa$. Os ricos chegam, as bebidas de qualidade vão todos para eles, e pegam mulher com o rodo. Já os pobres coitados que não são ricos, consomem bebidas falsificadas e não pegam ninguém.
Nesses lugares, o que mais vi mandar em tudo é o dinheiro. Quanto mais rico o cara for, mais mulher ele consegue. E nunca vi um alfa físico sair ganhando de um rico. A ordem de prevalências pelo que já constatei é:
  1. Ricos.
  2. Caras que tem o shape massa.
O resto nem entra, porque gordos, magrelos, baixos, pobres, etc, só levam prejuízo na balada. Prejuízo financeiro e EMOCIONAL. Quando conseguem alguma coisa, é no final da noite com alguma feínha que foi rejeitada pelos alfas. Quando a balada está terminando, e aquelas meninas que foram rejeitadas pelos alfas estão voltando para casa chateadas com a vida, é onde os zé ninguéns conseguem alguém. A única chance para o cara mediano na balada conseguir alguma coisa, é no fim dela. Pois mesmo uma vilena numa balada se sente uma rainha, e despreza todo mundo, com um ego gigantesco. Elas fazem isso porque se acham dignas apenas dos alfas. Mas quando os alfas as dispensam e a rejeitam porque acharam outra mulher mais atraente, é um tiro bem no meio do ego dela, pois ela passou a festa inteira dispensando os medianos porque se achava digna apenas do alfa, e agora no final ela vai embora sozinha sem ninguém? Aqui é onde o emocional está fragilizado e onde o homem mediano terá mais chances de conseguir alguma coisa com uma menina mediana ou feia. As bonitas, esqueçam. Não tem nem como se você não for alfa.
Se a intenção é pegar mulher, se for ao puteiro gastará bem menos financeiramente, não terá desgaste emocional, e o risco de pegar DST é o mesmo da mulher baladeira. Se brincar, é até menor. Se não for rico, beberá bebidas falsas, terá prejuízo, e saíra com o emocional destruído de lá, achando que o problema do mundo não te aceitar e te enxergar é seu.
Já vi muitos clientes homens medianos, indo pagar sua conta cabisbaixo, sem graças, com dois ou três amigos tudo desanimado porque vão embora sozinhos dentro um carro. E outros fingindo que só foram na balada pra curtir, que embora não tenham pegado ninguém, se divertiram e etc. O que é mito.
E tem um monte de mulher que paga de santinha falando que vai só pra curtir e ver o Dj, ou porque gosta de tal banda e etc, mas vai só pra dar toco. Não gostam de transar, não gostam de beber, não gostam de nada, só de se sentirem poderosas. Até os alfas penam nas mãos dessas mulheres em baladas.
Em baladas, o único que ganha realmente é o dono da boate. Pois ele ganhou um lucro exorbitante nas bebidas que vendeu(porque TODAS as bebidas são compradas a preço de banana, se você paga R$ 250,00 numa garrafa de whisky, pode ter certeza que ela foi comprada por R$60,00 no máximo, e se for falso, R$ 20,00 ou 30,00). Para constatar isso do preço, é bem simples, vá um supermercado e olhe o preço da garrafa. Depois divida ele por 2. E compare com o preço que você pagou na boate. No bar que trabalhei, compravam latinhas de Antartica por R$ 1,45 no próprio supermercado, e revendiam a R$ 5,50. Quando compravamos direto da Ambev, havia longneck que pagamos 0,90c a unidade, e revendiamos a R$ 6,00 ou R$ 7,00. O dono sempre tem mulher no pé dele, e mulher top. Ele nunca fica "desamparado sexualmente". O status do cara de ser dono de uma boate, desbanca todos os alfas.
Na minha opinião boate é um prejuízo de todas as formas possíveis, exceto para o dono. Mesmo para os alfas e ricos, é um prejuízo tanto financeiro como emocional. Pois você continua pagando pra comer a menina e se desgatando emocional fingindo interesse, competindo com outros machos e etc., mas eles não ligam, né?
Parte 2 Baladas é tanto o puteiro para mulheres, como disseram, como também é armadilha para bobos. É bom mostrar os outros aspectos que prejudica o homem, não sendo só as mulheres, para que possam ficar alertas. Todos os panfletos, as propagandas, as pulseiras de camarote, os copos e bonés e outros brindes... Tudo isso é friamente pensado pelos organizadores da festa para vender uma ilusão enorme, de tal forma que faça o nerd jogador de minecraft sentir vontade de sair de casa e ir lá e gastar seu dinheiro achando que vai se dar bem, de fazer a mais alta piranha sonhar que vai encontrar o Eike Batista dela lá dentro. Observem bem na cidade de vocês como são as propagandas, se você esquecer seu bom senso um pouquinho, você vai cair no conto de que balada é o melhor lugar para ir e ser feliz.
Por trás dos autofalantes, dos graves, do neon, daquelas pessoas fingindo ser felizes, está um máquina pronta pra sugar seu dinheiro. A intenção é sempre pegar o dinheiro do homem. É por isso que eles também lotam de mulheres, quanto mais cheio de mulher um lugar estiver, mais homem disposto a perder tudo o que tem. Mulheres são as iscas, a massa de manobra, para juntar homens fracos emocionalmente e sugarem seu dinheiro. Em uma análise bronca, pode-se dizer que boate é uma das coisas mais anti-homem já criadas. Porque ela nunca prejudica as mulheres de fato, somente homens. Pois mesmo as mulheres sendo apenas iscas, elas ganham emocionalmente e ganham a chance de encontrar um bobo para ser provedor (e acreditem, tem muito playboy que assume uma bomba dessa).
E depois que o camarada entra lá dentro, ele vai ser vampirizado financeiramente o quando puder. A vampirização emocional é só a consequência de ser bobo. Eu mesmo comprava maços de Carlton por R$ 6,50, e vendia cada cigarro picado por R$ 2,00. Eu ganhava em torno de R$ 30,00 por maço, pois na boate não era permitido vender e fumar, mas o cigarro é um símbolo de status que todo mundo lá dentro quer, até quem não fuma quer fumar pra poder ser notado, e quem se aproveitar disso... Será que é errado? Não sei. Eu fazia. Sei que quando meus maços acabavam, os caras ficavam tão fissurados que saíam da boate, iam até os postos de combustíveis, compram cigarro e voltavam. Só pra poder senta na mesa fumando. E a mesma lógica vale também as drogas ilicitas (que eu não vendia, mas quem vendia ganhava uma puta grana).
O ambiente geralmente é tão baixo, que as pessoas que estão no camarote, com pulserinha e copo estilizados por exemplo, esnobam as pessoas que estão na pista. Mulher então? Elas faziam questão de mostrar que são apenas para os vips lá de cima. As mulheres quando sobem para os andares superiores, elas se sentem como verdadeiras deusas. E falo isso porque, eu trabalhei no bar de camarote, e minha função era apenas preparar coqueteis e servir bebidas, nada mais e também não abria nenhuma exceção pra favorzinho. E ouvia muitos sapos de mulheres dizendo que estudam medicina ou direito, que estavam acompanhadas de fulano de tal, que eu tinha que fazer o que eles mandavam... E eu nunca fazia. Só me restringia ao bar. Já tive que chamar segurança pra me defender porque os ricões, além de bobos, ainda queriam pagar de machões e iam lá tirar satisfação do porque não levei algo para a mesa deles etc, sendo que tinha garçom pra isso. Alias, os garçons... Pobres coitados! Eram o que mais sofriam. Raramente eu trabalhei com o mesmo garçom por mais de dois meses, eles não aguentam. Eles chegam na mesa e são ridicularizados, pelos homens que querem bancar os machoes e pelas mulheres que sentem poderosas. É realmente um trabalho de cão. A maioria dos garçons(e barmans) eram estudantes, caras feios, magros, precisavam de um dinheiro extra, e faziam esses bicos. E quando topavam de servir uma mesa cheio de caras ricos, mulheres bonitas e etc... Puts. Dava dó. Eram motivo de piadas. Você via nitidamente o emocional dos caras destruídos. Tinha que ter um emocional muito forte pra aguentar aquilo sem esmorecer. As mulheres sentiam um prazer enorme em ver outros caras pisando no pobre coitado que estava servindo elas, elas se sentiam, de verdade, deusas. Eu aposto que elas gozavam quando debochavam dos outros.
E, também, boate é um ambiente muito inseguro. Além das brigas constantes que sempre acontecem, quase dono nenhum gasta dinheiro investindo na segurança da infraestrutura, porque eles pensam que nunca vai acontecer nada na boate deles.
Parte3
Sobre DSTs, era prache eu ouvir comentários de fulanas e ciclanas que tinham herpes na xota. Com tempo você vai pegando amizade com alguns caras, seguranças, e as fofocas correm. Mulheres bonitas, que só frequentam camarote e só andam com os ricões e esnobavam todo mundo, tinham histórias muito cabulosas. Tinha menina que eles falavam pra não deixar ela nem fazer boquete porque senão o pau pegava carie. Meninas que todo matrixiano JAMAIS pensaria que fosse tão nojenta. E são essas meninas que vão se casar aos 30 anos com um bobo matrixiano que jamais vai saber do passado negro dela. Já vi alguns casais por aqui, um cara gente fina, que mal saia de casa, junto com uma menina que era verdadeiro carrapato de boate. E quando elas reconhecem a gente na rua, abaixam os olhos, ficam com medo da gente ser amigo do namorado dela e contar as coisas que viamos.
Mals o textão. Mas pra quem teve saco e quis ler, fica o relato. Se eu contar todas as histórias escabrosas que já vi e ouvi, do que a gente faz nas boates com as bebidas, enfim, é de doer os olhos. Mas tem gente que apanha e apanha e continua indo. Tenho amigos que diz que exagero muito, que eu sou revoltado e etc. Mas, as pessoas são como animais criados pro abate, são influenciados pela propaganda, sempre vão, se dão mal, passam mal, mas acordam no outro dia crente que o próximo final de semana será diferente. Enquanto isso vão só perdendo dinheiro e tempo.
Eu não recomendo o cara nem ir a um pub bem light. Embora não sejam um ambiente tão fútil e banal como é a boate, acontecem as mesmas coisas, mas apenas em menor escala e mais discretamente. Se a intenção é beber com os amigos, descontrair e relaxar, é melhor queimar uma carne em casa e comprar bebidas por conta, por exemplo. Pelo menos é minha opinião. Para conhecer mulheres: não faça isso, meu amigo. É tiro no pé.
Talvez alguém pense que essas coisas são exageros, mas é a minha conclusão da minha experiência pessoal enquanto fiz bicos de barman. E quando falo barman, esqueçam aquele esteriotipo de cara fortão, bonito que usa uma gravata borboleta no pescoço, na maioria dos casos é só gente normal fazendo bico. Esses "showmans" são outra parte da história que tem bastante privilégios por serem alfas. Eu não fazia parte dessa categoria. Pra eles as boates devem ser boas. Não era para mim porque eu sou um cara normal, e talvez por isso até pareça um butthurt. Mas é só um relato que espero que sirva de alerta. Hehe
Parte 4 Obrigado pelas boas vindas, pessoal!
Então... Sobre as histórias cabulosas, vou começar contando as profissionais. Claro que existe boates exceções assim como mulheres (será? ), mas... Enfim. Eu também não trabalhei em clubes de tão alto padrão assim, quando eu falo que era clubes pra quem tinha dinheiro, é porque as coisas eram muito caras. Mas, não é nada comparado a uma boate grande e famosa. hehe
Começando pelas bebidas, coisas que barmans geralmente são obrigados a fazer:
- A maioria das pessoas não bebem as cervejas completamente, pois elas esquentam rápido na mão, e sempre volta pro bar ou fica espalhado pelo lugar longnecks pela metade. No final da festa, alguns barmans despejam toda essa sobra de cerveja num balde, enfileira as longnecks e coloca funis nos gargalos, e sai enchendo elas tudo novamente. Depois colocam a tampinha e botam pra gelar. As cervejas, lógicamente, vão ficar chocas. Por isso só devem começar a servidas após 2h da manhã, por exemplo. Onde a maioria já se encontra bêbada e qualquer coisa que consumir está gostoso. Como os barmans, por cortesia, sempre abrem as longnecks para os clientes, eles nunca desconfiam das tampas frouxas. Não fiz muito isso, mas já trabalhei em um local e uma festa ao ar livre que fez. Não era prática diária comigo.
- Os sucos naturais, não são naturais. Muita gente pagava o preço por um coquetel feito com o suco da laranja exprimida na hora, mas tudo era somente suco de saquinho(tang ou o mais barato que tiver) batido no liquidificador. Ele fica consistente e espumoso como um suco da fruta. Restaurantes também fazem essa jogada. Um copo de suco "natural" de 200ml era R$ 4,50, por exemplo. O saquinho tang que fazia 1l no liquidificador era 1 e pouco.
- As tequilas sempre saíam em dose, e as garrafas sempre ficam com o barman. Reaproveitamos sempre a mesma garrafa, enchíamos ela um pouco menos da metade de whisky vagabundo ou falsificado, e completávamos com pinga vagabunda. Sacudiamos e vu a la! Tinhamos uma tequila ouro José Cuervo. Como a maioria das pessoas não conhece gosto de nada, pagam R$ 15,00 numa dose de 50ml que custou apenas, no máximo, R$ 5,00 pra fazer. E pior: muitos ainda elogiavam. xD
- Tinhamos um tónel, que se dizia vender cachaça artesanal. Cada dose de 50ml era R$ 6,00. Mas sabe o que tinha lá dentro? Pinga barata de R$ 3,00 o litro. Aquelas 51, 21, 31...
- Os whiskys que servíamos no bar, sempre eram tretas. Muitas vezes a gente fazia aquele lance de encher a garrafa de coca-cola com whisky barato e acoplar ela na boca de uma garrafa de Red Label e mandar o o whisky vagabundo pra lá. Essas geralmente são as que ficam penduradas no dosador de garrafa invertido. Numa festa com umas 3 ou 4 caixas de whisky, tinha no máximo 3 ou 4 garrafas realmente originais, guardadas para os magnatas.
- Quase sempre a gente recebia ordens pra marcar coisa a mais na comada do cliente, se ele parecesse que estivesse muito bêbado. Quando eles iam pagar, sempre ficavam muito putos com as meninas que trabalhavam no caixa, mas, então o gerente jogava aquela onda de que ele emprestou a comanda pra alguma mulher, que ele não lembra, se a coisa aperta muito já vinhas os seguranças intimidar, no final o cara sempre pagava. Não tinha jeito.
- As porções nunca jogavam fora. Já vi cozinheira tirando cinzas de cigarro de um resto de porção de batata e guardando as batatas pra usar com outra pessoa que comprava porção.
Tomem bastante cuidado, porque vocês nunca vão saber o que realmente estão consumindo. Isso não vale só pra boate, vale pra restaurante, lanchonete, casa da vó etc.
Também existia alguns esquemas de lavagem de dinheiro, eu não sabia muito sobre isso, só ouvia a respeito. Mas alguns eventos em fazendas particulares, reunia bastante magnata e alguns amigos afirmavam que rolava um esquema de lavar dinheiro tenebroso. E que muitas boates são usadas pra isso. Sobre isso não posso afirmar com certeza, isso foi só um boato que eu ouvia e acreditava, por tudo o que eu já presenciei lá.
Para atrair homens para festa, o promoter dava brindes, cortesias e até dinheiro pra algum grupo de meninas fazer volume na porta da boate. Já dava as instruções para elas irem super maquiadas, roupas curtas e ficarem bem visíveis. A panfletagem nas ruas e nas faculdades, era sempre feito por meninas bonitas e com roupas curtas. O próprio promoter que cuidava da casa, fazia uma propaganda ferrenha no Facebook. Pra cada 5 mulheres que ele marcava no post, ele marcava 1 homem, por exemplo. E pedia pras meninas confirmarem presença no evento divulgado no Facebook. Tudo isso pra dar a impressão que naquela festa tem mais mulher do que homem.
Parte 5 Então, o homem escravogina, solitário e carente, via aquele harém pela baguetala de R$ 30,00 o ingresso... Era casa cheia na certa. Uma vez lá dentro, o cara até parcela a consumação no cartão de crédito. A maior dificuldade é sempre fazer o homem entrar na boate, porque depois que está lá dentro, já era.
Um pouco do lado obscuro:
As mulheres nunca me cantaram no balcão com um real interesse em mim. Geralmente, aparecia uma mediana que estava de favor na festa, jogar um charme pra tentar descolar um drink de graça. Como eu não dava, saíam nervosas e davam chiliques. Mas alguns colegas davam, e só ganhavam um sorrisinho de volta e a menina nem voltava mais no bar, senão pra tentar pegar outro drink na faixa. Mas para meus colegas, aquele sorrisinho era sinônimo de um casamento. kkkkk
Elas sempre pediam para o acompanhante delas levantar e buscar bebida no bar, jamais ela ia sozinha ou ia junto com ele. E nesses momentos, esses prazos de 5 e 10 min, é onde ela flertava com muitos outros homens. O cara saia da mesa para buscar mais bebida para ela, e ela levava aquelas bulinadas do cafa de leve, pra elas era como se estivessem numa sauna greco-romana.
Banheiro de deficiente físico sempre foi usado como quarto de sexo. Isso era unânime em todas casas que trabalhei e eventos que fiz, era só jogar um "café" na mão do segurança, que o próprio segurança vigiava a porta pra não deixar ninguém interromper a trepada. Aqui era onde muito cara com físico bom e pouca grana, algumas vezes ganhava a noite. Ele não precisava de carro, nem de levar no motel, nem nada, torava a menina na lá no banheiro e só dava uma gorjeta pro segurança. Havia vezes que garotas de programas trabalhavam discretamente nos eventos, em parceria com os seguranças. Elas davam uma grana pra eles, e ela fazia o trabalho. A mesma menina, que nem parecia puta, ás vezes transava com 3 ou 4 cara na mesma noite, sem ninguém nem desconfiar que rolava uma fita dessa lá dentro. Mas como nada fica discreto pra sempre, começou querer haver CONCORRÊNCIA, outras meninas também queriam, e aí começou virar bagunça até que o dono deu um jeito de cortar ameaçando os seguranças de demissão.
Muita gente FINGIA ficar bêbada pra ter desculpas para fazer merda. Isso eu via muito, e a maioria sempre era mulheres. Elas subiam na mesa, faziam danças sensuais, ligavam para ex, pegava no pinto do caras, traiam os namorados, enfim, fingindo completamente que estavam bêbadas. Eu sabia que era fingimento, porque eu tinha um certo controle de quem bebia no bar, dava pra saber o quanto a pessoa consumiu e tinha menina que tomava duas cervejas e começava a fazer merdas, só pra ter um monte de cara endeusando elas e poder fazer uma putaria "sem culpa". E quem fica bêbado com duas cervejas? Mas tinha muito idiota que caía.
Certa vez, trabalhei em um evento que veio uma Dj que era da Espanha, senão me engano. Não lembro o nome, mas era uma menina baixinha com trejeitos de sapatão, cabelos raspados do lado e tranças onde tinha cabelo. Quem é mais ligado em música eletrônica deve saber o nome, eu não lembro. (Ela é aquele tipo de dj desconhecido no país onde mora, mas quando vem pro Brasil, faz sucesso, porque brasileiro é lambe-saco de gringo.) Eu sei que foi um evento que todo mundo quis ir, mas o lugar estava lotado, ingressos caros e etc. Havia uma menina que estava lá dentro, mas queria passar mais cinco amigas pra dentro da festa na faixa. O segurança não deixava. Até que uma delas ofereceu um boquete pra ele. Não foi nem o cara que pediu. A própria menina ofereceu. Obviamente, ele não recusou. Deram um jeito de ir pro estacionamento da fazenda e mandou ver. Entrou as cincos. Depois vi essa mesma menina beijando um playboy na mesma festa, o que me embrulhou o estômago. E com o tempo, ela foi ganhando fama de boqueteira entre os seguranças, então toda festa grande, os caras quase saiam no tapa pra decidir quem ia ficar na portaria, porque já sabiam que ela ia aparecer por ali. Afinal, ela não tinha grana e não tinha jeito de entrar, mas queria estar no meio dos playboys. E ela virou figurinha marcada mas depois sumiu. Um belo dia, num pubzinho, eu tava na porta conversando com os seguranças, ela me desce do carro de mãos dadas com um playboy. O segurança cumprimentou ela, e ela fingiu que não conhecia(sendo que ela tinha um passado negro com ele). Cumprimentou apenas o dono do pub e falou que agora estava noiva do fulano de tal. O cara tinha grana, a julgar pelo carro que ele tinha na época. E depois nunca mais víamos ela nas festa, e quando ia, ia acompanhada dele.
Que fique claro que não estou querendo criar ódio por boates, é só um relato do que vivenciei. O cara que quiser ir, não se prenda no que eu falo não, só fique atento. Hehe
Parte 6 Fico feliz em saber que tem alguma utilidade minhas observações. É impressionante o que você enxerga por trás das coisas somente observando. Nem precisa ser clarividente. hehe
Com o decorrer do tempo vou dando um up aqui com as histórias banais.
Mas acho que o mais importante que eu queria ter compartilhado com vocês a respeito das boates, era a questão de como fraudávamos bebidas. Porque isso é algo que prejudica a saúde dos consumidores a longo prazo, e além de pagar caro por algo que você nem sabe o que é. É algo que me arrependo de ter feito, embora fosse meu trabalho, então eu sempre tento alertar as pessoas que vão em boates para ficar espertas nesse sentido.
As histórias das perícias femininas são coisas bem baixas, praticamente histórias de filmes pornôs. Mas nada diferente do que acontece fora da boate, também.
Eu achava mais interessante o comportamento masculino do que o feminino, e aprendi muito observando caras que estavam caídos, usando a tal lógica reversa. Por exemplo, nas festas acontecem muitas frustrações, e na minha condição de barman, muitas vezes acabávamos fazendo um papel de ouvinte e psicólogo. Muitos homens bebem para amenizar as dores, e quando encontram alguém para ouvir os problemas deles, os caras desabam. Geralmente, esse alguém é o barman, o garçom... Ninguém do outro lado do balcão, nem os próprios amigos do cara, o acolhem nesse momento. E aqui vivenciei muitas situações constrangedoras, de caras enormes de tamanho, chorando feitos beberrões na minha frente. Era engraçado, porque eu sou um cara pequeno e mais duro emocionalmente do que eles(que em teoria, pareciam ser os caras mais frios do mundo) . hehe
Eu não podia fazer muita coisa a não ser ouvir e guardar aquelas histórias como experiências. Eu praticamente nunca consegui ajudar nenhum cliente. Todos eles queriam ouvir que a esposa era exceção, que mesmo traídos deveriam dar segunda chance, que ele era o errado da história, etc. Nenhum aceitava qualquer ponto de vista diferente em que a sua companheira fosse uma pessoa ruim. E ás vezes, discutiam comigo defendendo a esposa após eu aplicar pequenas injeções de real. Mas com tempo percebi que era inútil tentar salvar alguém, porque existe homens que se acomodaram a viver numa lama emocional que tem até medo de sair dali. Eu no máximo consegui algumas amizades, que me ajudaram depois a arranjar outro emprego melhor, mas, os caras infelizmente vivem a mesma vida que levavam, com migalhas emocionais, dores profundas e um depressão que eles tentam abafar com bebida, gerando lucro pra alguém que se aproveita da fraqueza emocional desses mesmo caras.
Acho que se o cara assimilou bem a real, é esperto, tem uma grana pra gastar que não vai fazer falta, tem problema nenhuma ir em boate. O único problema que vi mesmo é o cara pobre que se endivida achando que vai ter sexo fácil ou o ingenuo que vai achando que vai encontrara mulher da vida dele lá.
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2020.06.30 00:53 hachikenyuugo Achei que era meme, mas a realidade é até mais zoada. (Longo)

INTRODUÇÃO Saí da minha cidade e fui morar do outro lado do país. Onde nasci e fui criado, fazemos piadas a respeito da imagem esteriotipada que as pessoas das outras regiões do país tem da gente. Como é tudo uma brincadeira, não imaginamos que seja realmente assim, afinal estamos em 2020, globalização e internet e tal.
PRIMEIRO DIA NA NOVA CIDADE No meu primeiro dia na nova cidade, no pensionato onde passei a morar, ao dizer de onde eu era, os outros moradores (de várias partes do Brasil e um estrangeiro) me perguntaram se eu já tinha comido cobra ou outros animais exóticos, se eu já havia ido em uma tribo. Questionaram minha cor de pele, se eu já havia estudado com índios. Enfim, muitas perguntas sobre índios, meu sotaque e meu dialeto. Respondi todas. Alguns esteriótipos tinham um fundo de verdade, porém estavam um pouco exagerados.Outros eram bem absurdos, mas tratei de desmentir a maioria (alguns absurdos eu deixei como verdade só de zoeira).
INÍCIO DA QUARENTENA Poucos dias depois de chegar na nova cidade, lá no final de março, a quarentena se intensificou na cidade. Logo me vi preso em um pensionato com pessoas que eu não conhecia, que tinham uma cultura diferente da minha e ainda tinham uma imagem bem "exótica" de mim. As pessoas me trataram e me tratam super bem, apesar de vez ou outra haver um ou outro problema de comunicação devido a diferença das palavras que usamos para a mesma coisa ou até mesmo diferença de hábitos. Saí pouquíssimas vezes desde que cheguei aqui, pois estou respeitando a quarentena e não quero, por ventura, infectar meus colegas de pensionato. Portanto, não tive contato com mais ninguém fora eles.
FUI AO BARBEIRO Depois de três meses sem cortar o cabelo (quarentenando), ele já estava muito grande. Nunca havia ficado tanto tempo sem um corte. Resolvi quebrar a quarentena (todo equipado com máscara e álcool em gel) e fui no barbeiro. Ao chegar lá, o barbeiro, que tinha uns 30 anos de idade, percebe que não sou da cidade. Segundo ele, porque eu tenho sotaque. Já achei estranho por que apesar de ter sim um sotaque, ele é muito sutil. Minha fala é bastante neutra. Já ele tinha um sotaque muito carregado e estava falando como se ele não tivesse um e eu tivesse. Até aí ok. Acontece né. Ele perguntou de onde eu era e eu respondi. Aí ele veio com a seguinte pérola: "Nossa, seu português é muito bom!". Eu não soube o que dizer e fiquei olhando para ele com cada de confuso. Aí ficamos em silêncio por alguns minutos, até que resolvi dizer: "Eu nasci e vivi a vida toda na capital, acho que as pessoas que você tá pensando são as que vivem na fronteira, eles falam suas línguas nativas, alguns falam até espanhol, mas acredito que quase todos TAMBÉM FALEM PORTUGUÊS". Aí ele continua: "Ah, achei que vcs não falassem português, achei que era tupi-guarani". Eu disse que não. Que no máximo tínhamos uma ou outra palavra de origem indígena no nosso dialeto, sendo que eu nem sei a origem, pois existem VÁRIAS línguas indígenas diferentes. Aí ele perguntou quais seriam essas palavras: dei um exemplo pra ele e ele começou a me chamar dessa palavra. Virou meu apelido durante o tal corte de cabelo. Ele perguntou o que eu tava fazendo na cidade. Eu disse que pretendia fazer cursos de especialização e turistar um pouco, mas com a pandemia eu havia ficado preso na cidade Ele perguntou se eu era formado e eu disse que sim. Perguntou em que área e eu disse Design. Perguntou se era Design de Interiores e eu disse que não, que eu tinha feito Design generalista e pretendia fazer uns cursos para me especializar em Design de Experiência do Usuário. Ele ficou confuso, pois não sabia o que era. Resolvi simplificar e disse que eu tava estudando para "mexer em aplicativos" (doeu em mim falar isso, pois é um pecado tratar UX Design como se fosse isso, mas enfim, tava tudo muito bizarro já). Aí ele perguntou se eu tinha feito federal, como que eu decidi fazer isso e onde que eu ouvi falar dessa área lá onde eu vivia. Eu respondi que primeiramente nós temos faculdade de Design, e que eu fazia curso técnico de Mecatrônica no ensino médio, mas durante as feiras de tecnologia que participávamos eu havia me interessado mais pela parte de design das interfaces e da experiência de uso dos produtos do que pela parte de mecânica da coisa. Ele olhou pra mim e falou: "Nossa, só coisa difícil daí". Perguntou se eu pretendia voltar pra minha cidade. Eu, que já estava meio incomodado com a situação toda, menti. Disse que provavelmente voltaria. Aí ele começou a fazer perguntas absurdas. Vou listá-las abaixo e as minhas respostas
Acredito que haja tribos cuja divisão do trabalho é diferente da que consideramos comum e isso faz parecer que só a mulher trabalha. Na capital, vida urbana, não é tão incomum que as mulheres trabalhem mais que os seus maridos e contribuam mais para a renda familiar. Aqui deve ser diferente.
(Joguei pra ele, pois ainda tô descobrindo o que é igual ou diferente entre a nossa cultura né)
Algumas tem sim.
EU ACHO que casar pode, dependendo da tribo, pois cada uma é diferente e tem formas diferentes de se relacionar com pessoas de fora do meio. Morar lá eu não sei. ACHO que não. NUNCA OUVI FALAR de alguém que tivesse saído do meio urbano para morar e viver plenamente numa sociedade indígena isolada.
(Pra mim é natural saber que existem tribos e tribos, povos e povos. Uns isolados, outros semi-isolados, outros integrados a nossa sociedade. Têm os ribeirinhos, têm os misturados com todo tipo de gente do resto do Brasil e do mundo. Tem os que transitam entre sua tribo e as cidades. Tem aqueles que vivem em cidades do interior, têm ascendência indígena, mas vivem uma vida moderna. Ou seja, todo tipo de combinação possível. Falar TRIBO INDÍGENA como se fosse uma coisa só é bizarro, até pq, pelo que percebi, na cabeça dele basta a pessoa ser da minha região para automaticamente ser de uma tribo)
(Essa daí eu nem entendi direito a pergunta.)
Respondi que existe índio gay sim, mas não faço ideia de como CADA POVO lida com a questão.
É a coisa que mais sinto falta, pois a comida daqui é boazinha, mas não tem muito gosto não. Falta tempero sabe.
Não. Lá é pensionato. Só alugam o quarto e as áreas compartilhadas, não dão comida. Eu como as marmitas daqui. Elas são boas, mas não tem aquela riqueza de sabor que a nossa comida tem.
(Eu me calei pq o moço simplesmente ignorou a resposta anterior e assumiu que eu passava fome)
(Depois de uns minutos de silêncio desconfortável, ele tava fazendo o "acabamento" no meu cabelo)
Eu nunca disse que eu era índio, moço. Mas na verdade, sou misturado com cearense e vivo na CAPITAL.
(Mais minutos de silêncio e fim do corte. Paguei e fui embora.)
Achei que era meme a imagem que as pessoas tem do meu Estado/cidade. Mas a realidade é até mais zoada.
OMITI DE ONDE EU SOU E PRA ONDE EU VIM PARA QUE VOCÊS ADIVINHASSEM. DEIXEI O DIÁLOGO ENTRE MIM E O BARBEIRO BEM NEUTRO PARA NÃO ENTREGAR A RESPOSTA. DIVIRTAM-SE.
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2020.05.25 22:55 GreenDayTodayEver Talvez um pedaço da minha história ajude alguém

Galera, há um tempo eu queria escrever uma série de conselhos que desenvolvi durante a vida, em episódios que vivi. Hoje com quase 40, bem casado, posso talvez dar algumas dicas. Me machuquei muito na vida, mas a vida começou mudar quando entendi certas coisas e principalmente quando comecei a me importar mais com as pessoas sem querer nada em troca.
1 - Ache a sua turma e entenda: vc pertence a ela
Quando eu era criança, sofria bullying na escola, todos meus amigos me chamavam de gordinho, eu não ligava e mostrava o dedo do meio para eles. Era ruim de futebol, mas mesmo assim me enturmava com outra galerinha que gostava de mim, que tinha gostos parecidos e foda-se o resto. Sim. Isso machucava porque as pessoas que eu pensava que eram bacanas, não eram.
2 - As expectativas podem te machucar muito
Sempre fui feio. Para falar a verdade, horrível. Até hoje me olho no espelho e falo: cara como tu é feio pra kct e pergunto para a minha mulher: como vc foi gostar de mim assim? Ela ri e me acha o cara mais lindo do mundo, e isso que me importa. E ela é a mais linda para mim e acabou.
Mas curiosamente eu levei diversos foras quando adolescente. Lembro até hoje quando me apaixonei por uma garota e ela me disse exatamente assim: Cara vc é feio pra caramba, vc só sabe tocar guitarra (eu tinha uns 17) vc acha que será alguém na vida? Eu fiquei sem dizer nada, enfiei a viola no saco, como diz o ditado popular e fui embora para casa chorando que nem um bobo com uma roupa nova da bad boy que tinha acabado de comprar com minha mesada e meses que guardei grana para um Rebook Pump só para ficar bonitão e me declarar para ela. (Edit com esse detalhe)
3 - Cuidado com as pessoas que te humilham por vc ser pobre (ser pobre não é para sempre)
Na cidade pequena onde nasci, eu frequentava uma igreja medíocre que existe até hoje, que tinha pessoas "ricas" da cidade. Até hoje, continua a mesma bosta. Não sabem o que é amor ao próximo e continuam "seletivos". Pessoas daquela "casta" sempre humilharam os mais pobres e classe média. Isso incluiu minha família e eu. Não era pobre necessitado na época, mas minha família era de classe média. Meus colegas viviam dizendo que iam para a Disney etc e contavam e contavam como era lá e me traziam um lápis com uma borracha só, mas eu ficava com vontade... Eu não podia ir, meus pais não tinham como pagar, era tempo de vacas magras e, como se não bastasse, tinham falido.
Todos sem exceção tiravam sarro e me humilhavam de graça. Tinha 1 ou 2 amigos de verdade naquela época dentro daquela MERDA DE IGREJA. Hoje eu sei a REAL definição de igreja. Depois no final vcs entenderão.
4 - Não seja o bobo que compartilha conhecimento de graça
Descobri uma grande vantagem no ensino médio: por conta dos meus problemas eu era vagabundo para estudar mas inteligente. Então, percebia que as menininhas bonitinhas e os carinhas populares queriam material de aula para "copiar" minhas notas de aula, exercícios, tiravam dúvidas. Eu não perdoava, mandava a merda e não compartilhava, porque como adolescente, eu via meu pai falar de sucesso, de coisas que vc deve ou não compartilhar e que as pessoas vem sorrindo para geralmente pedir. Me tornei um cara amargo mas ainda inexperiente na vida e as vezes até imbecil no trato com as pessoas. Só não queria me machucar mais.
5 - Seja o melhor. Sempre há tempo. Mas não humilhe ninguém.
Quando entrei na faculdade decidi que a vagabundagem iria me deixar. Conquistei 5 amigos que eram fodas. A gente era a elite da turma no sentido do conhecimento. Não perdoávamos as outras panelas. Nós éramos os Ramones da computação hahahaha. A gente era foda. Só tirávamos notas fodas. Eu tinha amigos DE VERDADE, perdi dois por câncer já. Uma pena, mas, a gente mostrava que estava ali para estudar. Eu era feio, mas as meninas me amavam porque eu era foda. Eu era inteligente, só tirava 8, 9 e 10. Não me formei com nenhum 5, não tive uma DP e fiquei em exame só uma vez numa baita universidade. Mas minha tristeza com as decepções do passado da adolescência me fizeram ficar esperto com as mulheres.
Tratava todos bem. Ajudava a galera e quanto mais ajudava, eu não sei exatamente o que acontecia mas as coisas davam certo para mim. Ajudava todos.TODOS sem exceção e me tornei menos amargo e mais altruísta. Meu apelido entre os maldosos era o bom samaritano, porque os caras falavam: lá vem o crente que não vai em baladas e é mala. Mas não ficava falando de evangelho nada disso. mas minha vida era levada a sério. Só. Eles percebiam que eu estava ali para tentar mudar de vida e não para perder tempo.
6 - Não tenha vergonha de quem vc é
Eu tinha arrumado um estágio no segundo ano da faculdade já. Mas eu teria que ir de carro ... falei para meu pai: e agora pai? fodeu? Eu era quebrado... ele comprou um corcel 2 para mim, velho. Todo ferrado. Demos uma reformada no bicho mais ou menos porque meu pai não tinha dinheiro para comprar um carro melhor. Eu chegava para estudar no inverno de corcelzão vermelho hahahahaha com insulfilme g5 (única coisa que eu tive grana para colocar para não pegar sol na cara) e um rádio pionerr que um amigo da faculdade me deu... e parava ao lado do carro do meu melhor amigo que tinha uma caminhonete da Dodge vermelha que dava para comprar uns 20 carros iguais o meu. E esse cara, grande amigo meu, foi um anjo que Deus colocou na minha vida. Ele falava assim: cara, vc é demais cara, vc é o irmão que não tive, cara vc é foda, vem de corcel todo dia, pega pista, porra cara vc é corajoso (tudo era necessidade) e ele era bom de coração demais para mim.
A gente fazia nossos churras, eu me lembro uma vez que cheguei em um dia de inverno tom o vidro aberto, ouvindo Ramones dentro do corcel ahahahahah e a galera ficava hahahahaha tipo: porra quem é esse cara idiota, nossa que besta, de corcel aqui na faculdade? Credo... essa faculdade tá perdendo o nível.
7 - As oportunidades certas na hora certa
No segundo ano da faculdade, conheci minha esposa! claro tínhamos só 20 anos hahahaha. Minhas notas melhoraram ela me jogou para cima. Foi a melhor coisa que me aconteceu. Conheci ela e começamos a namorar. A minha vida ficou boa e eu estava assim meio ansioso, mas, deixei a vida rolar. Resumo? hoje estamos há 18 anos juntos :-) hahahahahah lembro até hoje quando ela pegou na minha mão dentro do corcel e falou: vc é tão gatinho e inteligente hahahahah (gente eu sou mais feio que o corcel hahahaha), mas, foi assim demais e lembro de cada detalhe.
Conselho: não tenha medo, as coisas acontecem na hora certa. Acredite.
8 - Sendo correto, tudo dá certo
Eu e meus amigos não colamos durante a graduação inteira. Nunca.
Foi tudo uma beleza, todos nós nos formamos! Todos nós demos certo na vida. Todos nós queríamos o bem das pessoas, todos nós estamos casados com as namoradas que conhecemos na época de faculdade e todos nós tivemos ou temos empresa, todos nós JÁ PASSAMOS POR MUITO SUFOCO (nem tudo foi fácil). Um dos meus amigos foi assaltado, tomou um tiro e está vivo. É... galera... vários sufocos.
Com exceção de 2 que tiveram câncer que infelizmente fazem falta pra caramba para nós. O resto está bem, a gente se apoia a gente se importa e a gente sempre faz o bem a quem puder.
9 - Não ligue o foda-se em situação nenhuma - importe-se
Eu mudei bastante minha personalidade por conta dos traumas de infância e passei a querer o bem de todo mundo sem nada em troca e sem medo de me machucar. Porque entendi: pessoas que vem para nos causar mal, estão causando mal a si mesmas. Eu vi muito cara da cidade onde nasci passar necessidades e era o popular da escola, o bonzão. Uma pena. A vida muda, a vida escolhe quem presentear.
Passamos perrengues juntos. Perdemos pessoas queridas, mas éramos fodas juntos. Um ajudava o outro, estávamos ali. Ninguém abandonava ninguém. Até hoje, somos confidentes. Uns estão melhor que outros financeiramente (mas nós mesmos sabemos que isso não importa porque ninguém mudou), mas somos todos iguais e nos ajudamos sempre. Já teve um amigo nosso que perdeu emprego agora na quarentena e estamos sustentando ele e a família. É isso que somos. Unidos, uma família de verdade.
10 - Seja você e tenha seus amigos como Porto Seguro
Seja você. Se vc quer usar jaqueta do Ramones ao invés de dobrar a manga da camiseta porque está na moda para os homens, use a jaqueta. Esqueça a moda se não se importa. Seja você. As pessoas gostarão de vc pela sua autenticidade, pela seu jeito de viver. Por vc ser você! Aproxime-se de quem gosta de vc. Essas pessoas serão um porto seguro. Porque vc será autentico confiável e principalmente AMIGO. não quele coleguinha sem conversas profundas, sem conselhos e sem se importar. Nossa eu tenho tantos coleguinhas galera... é um porre... o cara dá bom dia reclama da vida, quando acontece uma coisa boa na vida dele ele não te conta. hahahahaha. Coleguinhas que querem só encher seu saco e acham que vc é uma cesta de lixo. Coisa boa não conta, mas desgraça é todo dia. É um porre.
Ame quem te ama! Procure amar as pessoas também e desenvolver laços de amizades verdadeiros. Isso demora anos, mas vale a pena.
Continuo sendo cristão, mas não naquela igreja seletiva e podre. Numa igreja que realmente faz a diferença. Todos eles Continuam com suas religiões, mas isso não importa porque nos respeitamos e somos muito amigos. Porque a amizade é verdadeira e nos importamos e convivemos bem com nossas diferenças.
Finalmente...
Enfim galera, espero que essa experiência tenha motivado vc a ser uma pessoa humana, que tenha um grupo de amigos e que se importe. Que vc não se sinta menor por conta das suas dificuldades, ou se "está pobre" vc não é pobre, vc está pobre, mas isso não é para sempre. Tenha o grupo CERTO de amigos e pessoas que gostam de vc e vc não precisará buscar "aceitação" de ninguém. Existe muita gente boa no mundo galera! Minha vida até os 18 foi uma bosta. Mas, da faculdade em diante graças a Deus muita coisa mudou! Mas eu mudei também, larguei a tristeza e parti em direção ao: fazer, ser, se importar, fazer o bem e não ligar para quem nos faz mal e pronto!
Espero ter ajudado.
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2020.05.14 05:43 novadulto Não consigo me manter apegado (a pessoas, coisas, ideias...)

Minha cabeça é meio bagunçada, então já peço desculpas antecipadamente pelo texto meio perdido hahaha.
Sou homem, atualmente com 30 anos, e tenho uma dificuldade enorme de me manter apegado a algo ou a alguém.
No âmbito de relacionamentos lembro que durante o ensino médio eu tinha meu grupo de amigos e a gente tava sempre junto, saía de fim de semana, ia viajar nalgum feriado prolongado... Mas o tempo foi passando e, uns dois anos depois de terminado o ensino médio e perdermos aquele contato diário, comecei a "cansar" deles. A gente ainda saía umas 3 vezes por mês, mas cada vez eu tinha menos vontade praquilo, tava sempre arrumando uma desculpa pra não ir, não procurava mais eles (só falava com alguém se viessem falar comigo antes), até que chegou num momento em que eles me procuravam cada vez menos e finalmente largaram mão de mim. Isso foi há uns 10 anos e eles foram meus últimos amigos de verdade (de lá pra cá tive apenas colegas).
Ainda nos relacionamentos, agora amorosos, tive minha primeira namora de verdade (as outras foram aquelas namoradinhas não tão sérias) na faculdade. Nunca fui o pegador (muito pelo contrário, quando eu arranjava alguém eu já me apaixonava e ficava com ela por uns meses), até por não ser uma pessoa que leva muito jeito na conquista (não sou tímido, converso com todo mundo, mas se for alguma garota por quem estou afim eu travo), mas sempre quis experimentar essa vida (talvez por não ter tido essa experiência e vê-la como algo maravilhoso eu tenha alguns dos problemas nos relacionamentos amorosos que vou relatar a seguir). Vejo uma mulher que me atrai e dou aquela acompanhada com o olho, fico "analisando o material" (não levem pro lado machista da coisa), dou umas fantasiadas... Não chega a ser aquela coisa nojenta de enfiar a mão na calça ou ficar secando a mulher e lambendo os beiços, e obviamente eu tento disfarçar, mas eu dou sim uma boa conferida. Fico imaginando como seria minha vida de pegador, dormindo cada noite com uma, passando um fim de semana com alguma que me agradasse mais... Mas quando começo a namorar tudo isso some - eu só tenho olhos pra minha namorada, me entrego totalmente, sou super disposto quando vamos nos encontrar (normalmente sou meio preguiçoso, de modo a preferir ficar na cama a sair pra passear)... Posso até reparar que outra mulher é bonita, mas não passa disso, de uma mera constatação (assim como posso olhar pra um homem e pensar "esse cara é bonitão" sem que isso signifique que quero pegar ele, ou pensar "que cachorro fofinho" sem querer adotá-lo), não rola qualquer olhar mais prolongado, qualquer fantasia... Até aí maravilha, acho isso até bom já que estou num relacionamento sério e ficar desejando outras não seria saudável pra mim ou pro relacionamento. Acontece que com o passar dos meses eu vou "enjoando" daquele namoro, parece que vira uma obrigação - eu continuo super apaixonado pela minha namorada, mas eu simplesmente começo a não ter mais saco pra ter que sair de casa e ir encontrá-la; junto disso começa a voltar aquele desejo por outras. E aí já não tô mais feliz, sinto que o namoro já deu o que tinha que dar e termino. Já reparei que isso começa uns meses depois que a gente começa a ter uma vida sexual mais ativa (e como costumo namorar "meninas de família" isso costuma levar uns meses), até por isso penso que talvez seja uma "programação biológica" no sentido de passar os genes adiante (apesar de essa parte em especial não rolar graças à camisinha hahaha), de modo que depois que o "objetivo é cumprido" meu organismo não manda mais os mesmos sinais que me faziam querer ficar com aquela pessoa (como se toda aquela paixão fosse só um meio de me fazer chegar no objetivo sexo). Quando termino eu penso comigo "não vale a pena, é sempre a mesma coisa - me apaixono, namoro, me dedico pra caramba só pra depois de um tempo eu me cansar daquilo e terminar tudo" e decido que não vou mais perder tempo com namoros. E aguento bem nessa, fico uns dois anos de boa com isso, até que começa a bater uma puta carência e acabo entrando num novo namoro.
Meu último namoro terminou deve ter 3 anos e até recentemente eu tava de boa com mais uma das minhas decisões de "vou ficar sozinho, é mais fácil assim", mas nessa última semana já começou a bater aquela vontade mais forte de ter um contato mais íntimo com alguém. Normalmente quando vem esse desejo (não confundir com o mero tesão) eu bato uma punheta e tá resolvido, a vontade passa (até por isso acho que o meu desejo de ficar com alguém seja mais sexual/"evolutivo" do que afetivo), mas têm vezes que não, eu bato uma, duas, três e continuo com aquele desejo de "eu quero uma namorada" e já começo a fantasiar sobre como seria a namorada perfeita, como a gente se conheceria, como seria a nossa vida juntos... Esses três últimos dias foram assim.
Importante notar que justamente por isso eu não pretendo ter filhos - além da quebra obrigatória na rotina (coloco o "obrigatória" aqui porque não vejo nenhum problema em quebrar a rotina, desde que isso parta única e exclusivamente de mim) fico pensando se um dia eu simplesmente "enjoar" deles, sem contar que quando a gente ama alguém a gente se preocupa com aquela pessoa, acaba fazendo por elas coisas que não queria ter que fazer... (já percebi que eu quero viver pra mim, que sou uma pessoa egoísta). É como diz a música:
Why can't we give love that one more chance?
[...]
'Cause love's such an old fashioned word And love dares you to care for The people on the edge of the night And love dares you to change our way of Caring about ourselves
Sério, por mais triste que possa ser dizer isso (e me sinto péssimo quando penso nesse tipo de coisa) eu sinto que minha vida seria muito mais fácil se eu não tivesse família, já que eu os amo e me preocupo com eles e isso me impede de levar a vida 100% a minha maneira, de me isolar...
Tenho esse problema de "apego" também com estudos - quando eu tava no colegial não queria nada com nada, acabei fazendo direito porque no meu meio a "sequência natural" do ensino médio é a faculdade e por achar que dos cursos existentes essa era o tinha mais a ver comigo (ledo engano). No começo eu tentava estudar bastante, comprei várias doutrinas e tudo o mais, mas realmente não era pra mim (esse é um curso que eu realmente me arrependo de ter começado). Uns anos depois abandonei e parti pra biologia. Gostei bastante do curso e no começo, novamente, eu estudava bastante, mas com o passar dos semestres ia dando aquela desanimada e eu estudava cada vez menos. Mesmo assim terminei o curso, e desse eu não me arrependo (se é pra ter algum arrependimento é de não ter feito ele logo de cara e de não ter me empenhado mais). Entretanto, durante o curso eu tive muito contato com a galera da licenciatura (fiz bacharel), até porque as turmas eram juntas, e assim que terminei o curso de biologia parti pra pedagogia (eu queria trabalhar com crianças). Assim como no direito eu tinha uma visão bem fantasiosa de como era a área e acabei não durando muito no curso (esse tá fazendo companhia ao direito na sessão de "cursos que me arrependo de ter começado" [afinal representa um tempo perdido]).
Não sei, às vezes parece até que é um mecanismo de autossabotagem (ou autopreservação), como se sempre que eu fosse começar a ficar mais por conta própria, crescer na vida, ter mais responsabilidades, eu desse um jeito de protelar aquilo e voltar à zona de conforto.
Atualmente tô prestando concursos na área de biologia e logo começo em um (apesar de continuar estudando pra ver se passo em algum melhor - de vez em quando eu pego firme nos estudos, sinto que tô aproveitando bem, mas aí de repente dá um desânimo e largo mão) - quero só ver como será, se conseguirei dar o meu melhor e me empenhar como eu gostaria ou se minha cabeça vai dar um jeito de me sabotar e se eu cederei (apesar de eu achar extremamente difícil, já que estarei ganhando dinheiro [um salário que não é bom mas também tá longe de ser ruim], poderei ir morar sozinho, colocar em prática meus planos de juntainvestir um dinheiro e talvez daqui a 30 anos ir morar no campo, viver de renda, totalmente por conta própria...
Outro problema é que eu tô constantemente mudando - às vezes eu quero uma coisa, num outro momento quero outra completamente contrária. Pra exemplificar, quando paro pra pensar em "como seria a vida perfeita" pra mim eu tenho várias versões - em uma eu encontraria uma mulher perfeita, nos apaixonaríamos e viveríamos juntos e felizes para sempre; em outra eu seria o solteirão pegador que "pega e não se apega", que vive viajando pelo mundo; numa terceira inventariam um MMORPG fodão (imagina algo em realidade virtual com conexões neurais, de modo que parece que você realmente tá ali) e eu passaria o dia jogando; e assim por diante, se aparecesse um gênio agora e dissesse "você pode escolher a vida que você quiser e ela será sua" eu sinceramente não saberia escolher.
Obs.: ao falar de "arrependimento" e "tempo perdido" eu entendo que essas experiências me ajudaram a ser quem eu sou hoje, pode ser que sem elas as outras experiências que hoje eu gostei não tivessem sido tão proveitosas (ou mesmo estivessem nessa categoria de "me arrependo") justamente porque eu não tinha a maturidade que elas me deram. De qualquer forma é difícil deixar de pensar em como eu gostaria de não ter perdido tanto tempo com elas.
Mais alguém aqui tem esse tipo de problema? Alguma ideia de como resolver?
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2020.05.02 00:14 NoiteAmorosa PROCURO NAMORADINHA

EU QUERO UMA NAMORADINHA: redpillada channer, dogoleira, wgtow, ancap, jogadora de lol, jogadora de poker, bv, virgem, sem amigos, crente, fã da UDR,magrela, footlet,escuta Chico Buarque, weeabo, hikkimori, otaku, gamer, furry, fujoshi, hetero,federal,trader de bitcoin,hacker, defacer, cubista, penspinner, recordista de memorização de baralhos, timida, mãe de pet, hidratada, não consumidora de açucar, saudável, youtuber, netolover, pooper, cambista, shitposter, anarquista, materialista, roquista, travesquista, mono talon vlogger, blogueira, e-girl, intolerante a lactose, intolerante a gluten, grinder e hipnóloga, fiel, niilista existencialista, metaleira, headbanguer, pelo no suvaco, patriota, masoquista, ballbuster, jogadora de minecraft, buceta fedida, que não tenha medo de chuta minhas bolas pelo amor de deus eu nao consigo encontrar uma menina pra chutar minhas bolas por favor deus eu imploro nao agusnto mais isso nao eh um meme porque voces tem medo de me chutar no saco. Raça: nórdica Altura: 170cm+ Pele: 1 ou 2 (Fitzpatrick) Olhos: 7+ (Martin) Cabelos: qualquer cor, mas apenas lisos ou ondulados (FIA) Nariz: reto ou virado para cima Crânio: dolico ou mesocefálico Óculos: não Aparelhos: não Queixo furado: não Covinhas: não Orelha presa: não Orelha de abano: não Franja em V: não Pelos no corpo: muito pouco Tatuagem: não Graduação: apenas cursos voltados à pesquisa Faculdade: apenas bem conceituadas Habilidades matemáticas: sim Idiomas: fluência em inglês e mais outro idioma Álcool, cigarro, drogas: não, nenhum Personalidade: introversão Cultura: europeia ocidental RELIGIÃO: Cristã Ortodoxa Gostar de escutar rogério skylab:
Para ser sincero, você precisa ter um QI muito alto para entender Rogério Skylab Para ser sincero, você precisa ter um QI muito alto para entender Rogério Skylab. O humor é extremamente sutil e, sem uma compreensão sólida de filosofia moderna, a maioria das piadas vai passar despercebida pelo telespectador médio. Há também a visão niilista de Rogério, que está habilmente tecida em sua caracterização - sua filosofia pessoal se baseia fortemente na literatura de Nododaya Volya, por exemplo. Os fãs entendem essas coisas; eles têm a capacidade intelectual para realmente apreciar a profundidade dessas piadas, para perceber que elas não são apenas engraçadas - elas dizem algo profundo sobre a VIDA. Como conseqüência, as pessoas que não gostam de Rogério Skylab são verdadeiros idiotas - é claro que eles não apreciariam, por exemplo, o humor no bordão existencial de Rogério "Chico Xavier é viado e Roberto Carlos tem perna de pau", que é uma referência criptíca para o épico Pais e Filhos do russo Turgenev. Estou sorrindo agora mesmo imaginando um desses coitados simplistas coçando a cabeça em confusão enquanto as músicas se desenrolam na tela de seu computador. Que tolos… como eu tenho pena deles. E sim, a propósito, eu tenho uma tatuagem do Rogério Skylab. E não, você não pode vê-la. É só para os olhos das damas. E mesmo elas, precisam demonstrar de antemão que possuem um QI com diferença absoluta de no máximo 5 pontos do meu (de preferência para baixo).
Rotina, Habitos e interesses: Nofap + Banho Gelado + comer carne crua + comer virado pra parede + biohack + dormir no chão + Jordan Peterson + mewing + HBD + PUA + jelq + dormir 5 horas por dia + café gelado sem açúcar + hipismo + compilação mitadas Enéas + alho cru + podcast do Joe Rogan + redpill + Brain Force + Jejum + meditação iasd + músicas para concentração, foco e inteligência + teste de QI da internet + grupos de linhagem viking do facebook + ficar longe do poste de internet 4G + youtube do varg vikernes + essência de morango da turma da mônica no narguilé + jogar vape na cara de todo mundo que tentar entrar no bloco da faculdade + 5 segundos de calistenia no deserto do atacama + darkcel + óculos do aécio na foto de perfil + ler quotes do nietzsche no brainy quote + criar galinha no quarto sem os pais saberem + Alho cru + uma colher de azeite quando acorda e outra antes de dormir + jejum de 24hrs a cada 72hrs + assistir VT no premiere logo que chega do estádio + canal Ultras World + LibreFighting + Operation Werewolf + comprar os artigos do Paul Waggener + Centhurion METHOD + humilliation exposure com a finalidade de criar uma crosta na sua mente capaz de desenvolver uma resiliência que resiste à humilhação como se ela fosse nada + tomar banho descalço em chuveiro de academia com chão mijado + musculação caseira + hackear o sono + Empreender + 10 livros de auto ajuda por mês + PUA + Selo super fã da fúria e tradição + Biokinesis + 432hz music + Mexer o pau sem piscar o cú + meditação transcendental + veganismo + minoxidil para cultivar uma barba + filmografia Jason Stataham + assistir vikings + redpill + ir no cinema sozinho + treino saitama + coach quântico + enema de café + dieta lair ribeiro + agua alcalina + O Método de Wim Hof + sabedoria hiperbórea + artigos da Nova Resistência + Biblioteca do Dídimo Matos + dormir virado pra patede assoviando no escuro pra espantar o curupira + dar 3 pulinhos toda vez que levantar da cama + dizer amém quando um 1113 azul passar por você na rua + 100 flexões por dia + 6 meses de jelq + injaculação guiada + sociedade thule + energia vril + chapéu de alumínio para se proteger das armas psicotronicas emitidas pela CIA + caderno de anotações smiliguido + pedir a bênção ao carteiro toda segunda de manhã + 3 horas de academia + 4 horas de corrida + mascar café + exercícios penianos do Dr. Rey + maratona saga Rocky + trilha sonora saga Rocky + trilogia Mercenários + filmes do Jason Statham + assoviar o hino do Palmeiras de ponta-cabeça + intro do Canal do Nicola em loop + palestras do Antonio Conte + vídeos do Rodrigo Baltar + dicas do Gustavo Gambit + aulas de italiano + dormir ouvindo Ultraje a Rigor + ler Walden pelado na mata atlântica de madrugada + ouvir músicas em velocidade aumentada + canto gregoriano árabe + ensinar hino do botafogo pra calopsita + fritar comida com banha de porco + assistir videos de situaçoes de risco com a finalidade de se preparar para o perigo + Terapia Holistica com 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Astúrias perguntar quando custa a bolacha Bauducco que aparece no site + Mandar entregar pizza na Rua dos Tamoios casa n°18 com portão vermelho + cosplay de russo no Omegle pedindo pra mostrarem a bunda + Dormir imaginando uma linha pra fazer viagem astral + recitar Homero pra mendigo + tomar antibiótico no café da manhã + Meditar imaginando o raio de luz violeta que representa a energia transmutadora + Workshop Reiki do Canal Luz da Serra MULHERES TERRAPLANISTAS RALEM.
Primeiro de tudo! Vai tomar no cu, MULHERES terraplanistas! Junto com todas que me contrariaram nos últimos meses falando "dur hur você não sabe nada de paleontologia, vai assistir seus desenhos filipinos e não encha o saco". TODOS OS DINOSSAUROS TEM PENAS! LERAM DIREITO? TODOS OS DINOSSAUROS TEM PENAS! A farsa ficou tão óbvia, que eles não tem mais como esconder que TODOS OS DINOSSAUROS TEM PENAS! Alguns mais penas, outros menos penas, MAS TODOS TEM. E aproveitando no mesmo vídeo, NÃO TEVE METEORO PORRA NENHUMA! Provavelmente as mudanças climáticas naturais, junto com a separação gradual dos continentes, é que extinguiu a mega-flora e a mega-fauna. E se teve algum meteoro, apenas acelerou o processo em uma região muito especifica. Agora só falta as ((especialistas)) e a (((Academia))) admitir que dinossauros nunca existiram e que foi tudo um erro grotesco de interpretação de pessoas que não sabiam que caralhos eram aqueles esqueletos. São apenas aves e mamíferos ancestrais de milhões de anos atrás. E antes que eu me esqueça, vai todo mundo que me contrariou tomar no cu!
GOSTAR DE MIM POR QUEM EU SOU E NAO PELA MINHA APARENCIA
Sério, de verdade, ser uma pessoa bonita não é fácil em nossa sociedade atual; não é só os olhares de desejo das mulheres e dos homens que me incomoda, e sim, o fato de ser só isso para as pessoas. Sou muito mais que apenas um cara bonito. Tenho qualidades além dessas, e saber que as pessoas não ligam para elas, pois estão entorpecidas de anseio pela minha formosura, me entristece muito.
Não suporto mais ser bonito. Tudo que eu queria era poder nascer de novo num corpo de uma pessoa feia, pois sério, vocês não sabem como me dói saber que por culpa de algo que nasceu em mim (a incrível beleza), serei rotulado eternamente por isso.
Eu trabalho, estudo, procuro, conheço, aprendo! Sou um ser-humano como qualquer outro e não só mais um rostinho bonito.
Pergunta antes de eu poder te namorar: Você é ocultista?
Essa é a pergunta de um milhão de dólares que raramente vejo sendo feita.
Se você ainda não for, pra se tornar minha namorada precisará ser e aqui está como fazer isso
É fato que a maior parte da literatura especializada ocidental acredita em Deus e Cristo, somente olhando-o por uma lente diferente. Não há um ritual que lhe aproxime de Deus, as coisas raramente são tão simples. Entretanto, com estudo e meditação o caminho começa a ficar mais claro.
Entenda que não sou nenhum senhor da verdade, e o que te falo hoje posso descobrir ser mentira amanhã. Saiba também que um dos maiores problemas desse meio é a falta de um início claro, sendo as obras tidas como introdutórias porcarias completas. Dito isso, lhe respondo o seguinte:
  1. O caminho mais completo para se aproximar do que você quer começa com noções do pensamento Helênico. Entenda que boa parte da visão de mundo cristã vem da antiguidade clássica, principalmente as noções de harmonia e belo. Não te peço para ler tudo o que já foi jogado ao chão pelos gregos, mas saiba um pouco das origens das coisas. Tenha uma ideia básica dos quatro humores gregos, e que essa é uma das origens para atribuirmos personalidades aos elementos da natureza. Entenda um pouco dos seus deuses e Cosmos, porque eles serão utilizados no futuro de forma metafórica em textos. Saiba que quando aparecer um hermafrodita em um texto especializado não há conexão com desvios modernos, mas com um simbolismo mais antigo (Salvo engano, sua origem é Platônica. Mais especificamente, O Banquete, durante os discursos sobre amor).
  2. Entenda que boa parte da origem da magia ocidental vem da confluência da cultura grega com a egípcia, incluindo a alquimia. A tábua esmeralda é um texto obrigatório. Leia um pouco sobre o Axioma de Maria, A judia. Aprenda um pouco da simbologia alquímica, porque será importante para você no futuro. É dentro da alquimia que irão discursar sem final sobre a trindade (pelo menos os da corrente de Paracelso). Não se pretenda nenhum mestre dos espagíricos, porque os químicos farão isso melhor do que você. Entenda que não havia essa separação absoluta entre o material e o espiritual, então os dois conhecimentos andaram juntos ao decorrer da história. Entenda também que haviam escritores voltados especificamente para a alquimia espiritual, enquanto outros à química.
  3. Estude a Cabala. Eu entendo que para alguns seja difícil dar atenção à Cabala Judaica com o surto conspiracionista chanístico sobre a índole de todo um povo, mas querendo ou não o judaísmo é o Pai da fé cristã, sendo Jesus judeu. Entenda que a árvore da vida é um estudo sobre Deus e suas emanações, e dela virá uma boa parte de seu conhecimento.
  4. Leia as coisas atuais sobre o assunto. Dê atenção aos escritores herméticos, principalmente.
Ocultismo é um saco, pelo menos se você for estudar seriamente. Você pode perder a vida se tiver um projeto ambicioso como se aproximar de Deus.
Você também pode pular algumas etapas no que te falei. Sobre a parte do pensamento grego, saiba que boa parte é "dispensável". Dito isso, recomento que entenda um pouco sobre o funcionamento do Cosmos de Ptolomeu. Entenda também alguns dos símbolos planetários, porque seu entendimento irá lhe ajudar no futuro.
Pra me namorar tambéme tem que gostar dos animes:
Akame ga Kill! Akarui Sekai Keikaku Ana Satsujin Asu no Yoichi! Azumanga Daioh Balance Policy Black Cat BlazBlue: Remix Heart Chichi ga Loli na Mono de Choujigen Game Neptune: The Animation - Dengeki Comic Anthology Come Come Vanilla! Criminale! Dog Style Domina no Do! Eden no Ori Yu-gi-oh
Sobre assistir Yu-gi-oh; quando eu era adolescente, gostava (na época que passou na TV Globinho e era moda), mas hoje em dia não gosto mais; então não assistiria de novo.
Quanto às minhas lembranças marcantes de Yu-gi-oh:
Em 2003, Yu-gi-oh era moda e todo mundo na escola da quinta e da sexta série jogava com cartinhas piratas, já o pessoal da sétima e da oitava não se interessava. A propósito, em 2003 tiveram duas grandes modas de brinquedos baseados em animes, cartinhas de Yu-gi-oh e Beyblade. Outro brinquedo que todo mundo da quinta e da sexta série levava pra escola em 2003 depois que passou a moda de Yu-gi-oh e começou a moda da Beyblade era a Beyblade.
Outra lembrança marcante que tenho de Yu-gi-oh é que em 2003 na escola o pessoal criava suas próprias cartinhas, fazendo desenhos e estatísticas.
Fujimura-kun Mates Gantz Gou-Dere Bishoujo Nagihara Sora♥ Higurashi no Naku Koro ni Kai: Matsuribayashi-hen Hitsugi no Chaika Ichigo 100% Ichinensei ni Nacchattara In Bura!: Bishoujo Kyuuketsuki no Hazukashii Himitsu Jigokuren: Love in the Hell Jinzou Shoujo JoJo no Kimyou na Bouken Part 4: Diamond wa Kudakenai JoJo no Kimyou na Bouken Part 5: Ougon no Kaze JoJo no Kimyou na Bouken Part 6: Stone Ocean JoJo no Kimyou na Bouken Part 7: Steel Ball Run Kaibutsu Oujo Lucky☆Star Mahou no Iroha! Mahou Tsukai Kurohime Monster Hunter Orage Mujaki no Rakuen Needless Zero Nyotai-ka Onihime VS Oretama Perowan!: Hayakushinasai! Goshujinsama♪ Re:Marina Rosario to Vampire Saitama Chainsaw Shoujo Sankarea School Rumble Shingetsutan Tsukihime Shocking Pink! Shurabara! Sora no Otoshimono Sora no Otoshimono Pico Akame ga Kill! Ana Satsujin Asu no Yoichi! Azumanga Daioh Balance Policy Black Cat BlazBlue: Remix Heart Chichi ga Loli na Mono de Choujigen Game Neptune: The Animation - Dengeki Comic Anthology Come Come Vanilla! Dorohedoro Nekopara Pet Toaru Kagaku no Railgun Magia Record: Mahou Shoujo Madoka☆Magica Gaiden Rikei ga Koi ni Ochita no de Shoumei shitemita.Rikei ga Koi ni Ochita no de Shoumei shitemita. Isekai Quartet 2Isekai Quartet 2 Ishuzoku Reviewers Somali to Mori no Kamisama Eizouken ni wa Te wo Dasu na!Eizouken ni wa Te wo Dasu na! Itai no wa Iya nano de Bougyoryoku ni Kyokufuri Shitai to Omoimasu.Itai no wa Iya nano de Bougyoryoku ni Kyokufuri Shitai to Omoimasu. Jibaku Shounen Hanako-kun Haikyuu!!: To the TopHaikyuu!!: To the Top Darwin's GameDarwin's Game Kyokou SuiriKyokou Suiri Plunderer
PRE REQUISITO: GOSTAR DE FILMES DE FAROESTE.
IMPORTANTE: Se você gosta de filmes de super heroi, pare de ler e va se foder.
Se você é assim, fique longe de mim.
NÃO QUERO AS MULHERES QUE: As que falam palavrões As que fumam As que usam drogas As que postam foto com bebida Que bebem (menos 🍷, isso é coisa de dama) As que vão para balada, festa, rave etc As que postam fotos com short curto, decote ou sensuais
Há uma coisa que eu quero que você entenda sobre nós os homens.
Quando você colocar uma foto sua nua no facebook, fazendo uma pose gostosa, mostrando os seios ou como vemos em várias fotos mostrando o bumbum ou deitada sedutoramente em sua cama, a única coisa que você faz é que as pessoas tenham desejo sexual por você, claro em A maioria dos casos por parte de homens.
Eu sei que você vai ficar tão emocionada com os 500 likes, 120 comentários e as inúmeras mensagens privadas! Você vai querer postar cada vez mais fotos para se sentir cada vez mais no topo.
Mas há algo importante que você precisa saber:
Na verdade nenhum desses caras que gostam, comentam ou enviam mensagens privadas te ama. Tudo o que eles querem é usá-la e depois atirá-la para o lixo, para ser honesto nenhum deles a levaria para sua casa para ser sua esposa, acredite em mim, você para eles não é mais que uma menina de programa em busca de popularidade barata No Facebook.
Os homens ricos os que tem o que você procura "dinheiro" ou os pobres admiram as mulheres que se vestem com decência e se respeitam. Uma vestimenta decente que não revela muito o seu corpo, leva-os a amar e a respeitar-te, isto a simples vista nos diz que és uma mulher virtuosa, alguém a quem se pode levar para casa para ser esposa e mãe.
Isto em muitos casos diz-lhes que você foi criada com princípios morais e lhes dá detalhes do seu bom histórico familiar.
Eles não se preocupam muito com a maquiagem excessiva, uma mulher digna de propor casamento sempre se distingue do monte, não importa como.
Valoriza seu corpo, lembre-se que para encontrar diamantes é preciso cavar, respeita, e um verdadeiro homem vai te respeitar de um modo ou de outro.
Mas você terá muito respeito: Mulher, não mostre seu corpo no facebook, você não sabe que tipo de pessoas, venha suas coisas, você é uma mulher bela, não precisa de fotos, nem mostrar tanto, você pode conquistar com sua simpatia, com seu educacióncon seu sonrrisa,
As que já ficaram com amigos seus, ou que ficam com mais de 3 em um único ano As que não trabalham ou estudam (ou que estão em um curso irrelevante de humanas) As que não sabem o básico de uma casa, como lavar, passar roupa, cozinhar, trocar fralda, etc As interesseiras As que estão pedindo presentes sempre As que já estão comprometidas As não gostam de crianças ou dizem que não querem ter filhos (pessoas que não querem ter filhos não são confiáveis) As que tem piercing de bufalo
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2020.04.27 22:47 shinytrash_92 Eu sou um peso na vida do meu marido

Ensaiei esse post por horas. Escrevi, apaguei, fui tomar banho, reescrevi, editei e não postei. Criei uma conta alternativa e reescrevi uma última vez para conseguir postar e não ser rastreada, pois o que estou prestes a falar é humilhante demais para sequer imaginar que alguém que eu conheça esteja lendo, principalmente meu marido. Mas, a verdade é que sou um peso na vida dele, e pior: covarde demais para me separar e deixar que ele prospere sozinho.
Contexto: estamos juntos há 14 anos, sendo 4 de casamento e 10 de namoro. Nos conhecemos super novos, ainda no cursinho. Eu era uma menina bonitinha, magrinha e pequena, com alguns hobbies e planos pela frente, mas, já fazendo tudo com uma certa dificuldade, principalmente por conta de um background com família e emocional bem instáveis. Ele era um cara super inteligente, já falava 3 línguas, tinha morado fora e vinha de uma família rica e equilibrada. Logo passou em medicina, numa faculdade pública, enquanto eu perdi mais uns anos no cursinho pra passar em um curso meio bosta numa particular.
Quero deixar claro que essas visões são minhas: Ele jamais me subestimou por ser mais rico, mais inteligente ou ter feito uma faculdade melhor que a minha. Eu que fui desenvolvendo esse olhar conforme fui percebendo que, enquanto eu sofria para estudar e precisava de ajuda dele com trabalhos e exercícios, ele ia fazendo a faculdade dele e a minha também, por tabela. Não estou exagerando: ele desistiu de matérias para me ajudar com o meu curso. Virou noites fazendo exercícios e estudando comigo. Quando casamos e veio a residência, onde mal conseguíamos nos ver, me afundei em uma depressão profunda. A casa estava sempre uma zona, pois eu não conseguia cumprir com as tarefas domésticas (que eram minha responsabilidade, uma vez que ele tinha me ajudado com a faculdade e agora precisava de ajuda para terminar a dele). Não sei explicar, não tenho energia. Não é como se eu passasse o dia fazendo outras coisas, eu passava o dia na cama olhando pro teto. Nem séries eu tinha vontade de ver. De quebra Engordei 40kg e tive muita dificuldade com o meu TCC. Sinto que ele vem me carregando desde então.
Se antes eu sentia que não bastava por ser esse saco de lixo burro e inútil, agora eu também estou gorda e horrorosa. Nem esse, que era o papel mais basal de uma esposa - o de ser bonita - eu consigo mais cumprir. Nossa vida sexual também foi embora - e não por culpa dele, mas, por culpa minha! Ele insistia para fazermos amor, mas, eu tinha vergonha demais do meu corpo e fui recusando, até ele parar de pedir. Esse ano, se transamos 3x foi muito.
Obviamente que não é só isso. Para o pacote ser bem completo, além de burra, inútil e gorda, eu também sou uma pessoa difícil de lidar. Briguei e cortei relações com muita gente próxima dele. Vários amigos dele não gostam de mim, o irmão dele me odeia, as tias dele também. Sei que os pais dele são corteses, mas que também prefeririam que ele estivesse solteiro. Eu tenho surtos de raiva, provavelmente relacionados com o meu background familiar, e sempre acabo com as minhas relações pessoais. Ele é praticamente a única pessoa que restou. Mesmo minha amiga mais próxima, a única que conservei da faculdade, sinto que só gosta de mim por que quer estar próxima dele também.
A gota d'água foi recentemente ter sido mandada embora da empresa em que eu trabalhava, que, por conta do COVID decidiu só manter os funcionários essenciais. Obviamente que eu não sou essencial e fui afastada. Agora, além de gorda, inútil e burra, também sou financeiramente dependente dele. Nem o salário terrivelmente baixo que eu recebia eu tenho mais para ajudar com as despesas (que eu mesma gero).
Ele, sempre paciente, diz que está tudo bem. Diz que segura as pontas, para eu aproveitar esse tempo e procurar um curso online e me relançar no mercado quando a quarentena acabar. Ele banca. E essas palavras me cortam por dentro, porque com que cara eu vou falar pra ele que não tem absolutamente nada que eu queira fazer? Que quando eu acordo de manhã, o simples pensamento de levantar da cama me faz querer morrer? Que o ponto alto do meu dia é quando eu vou dormir e passar horas desacordada??? Eu não tenho mais energia, minha cabeça dói o tempo todo, preciso fazer pausas enquanto faço as tarefas domésticas ou não consigo continuar. Não posso falar nada disso pra ele pois ele já perdeu tempo demais lidando com a minha bullshit no passado e tem uma fucking pandemia acontecendo no país, que é muito mais urgente.
Eu só queria poder retribuir um milésimo de tudo o que ele fez por mim. Eu só queria não ser um peso na vida do homem que eu amo.
Eu vejo essas esposas modelo e me sinto tão absolutamente aquém. Eu só queria conseguir fazer coisas simples, sabe? Basicas. Não precisa ser nada de grandioso no começo. Pintar minhas unhas, por exemplo, essas mulheres sempre tem unhas tão compridas e bonitas... Mas, nem isso eu consigo fazer. As minhas são roídas e horrorosas.
Queria poder receber ele em casa com um jantar balanceado e saudável todos os dias. Mas, não consigo manter minha dieta nem por 2 dias consecutivos.
Queria manter a rotina de limpeza da casa, passar roupa, cuidar dele como ele sempre cuidou de mim. Mas não consigo manter, me desinteresso, passo um dia na cama e os outros já estão perdidos depois.
O fato é que estou cansada de tentar e fracassar toda vez. Devo ter algum problema psicológico ou um retardo mental que me impede de fazer melhor.
Eu já pensei diversas vezes em deixá-lo, porque, certamente ele conseguirá me substituir por alguém melhor, mais atenciosa, mais presente. Alguém que não seja um atraso. Sei inclusive de mulheres do hospital em que ele trabalha dando em cima dele. Eu fico brava e com ciúmes, mas, ao mesmo tempo sou tão insuficiente que penso: será melhor não deixar acontecer?
Mas, a verdade é que sem ele eu perderia a única coisa que fiz certo na minha vida. Eu nem teria pra onde ir pois não tenho família nem dinheiro. Estaria literalmente na rua. Que patético, né? Em pleno século 21, depois de tantos direitos conquistados por mulheres que vieram antes de mim, meu maior feito na vida foi ter casado com um homem bom... E não merecê-lo. Não consegui conquistar nada por mim mesma.
Se eu tivesse vergonha na cara daria um fim nessa vida miserável e parava de ser um peso morto (rsrs sacaram? é pq eu sou gorda também)
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2019.09.10 09:15 Clayhander Uma carta de desabafo de um jovem de 19 anos para seu pai.

Para contexto: Ali (madrasta); Você (pai); Letícia (minha ex)
Sabe, apesar de eu ter certeza que a melhor escolha que eu fiz para meu futuro foi morar contigo eu não consigo entender o porquê eu estou tão miserável. Parece que tudo que eu tento fazer de certo da errado e, quando dá certo, você diz pra eu acabar com esta coisa.
Eu ainda não consigo compreender se eu estou fazendo aquilo que no fim das contas me fará feliz ou se eu estou fazendo aquilo que você acha que é o certo pra mim.
Realmente, sempre que segui teus conselhos eu não me fodi. Mas sempre que eu segui teus conselhos eu me tornei mais e mais miserável. Eu tenho tudo (teto, água, comida, família, etc) e ao mesmo tempo nada.
Minha motivação de me formar e seguir minha carreira é grande, mas eu sinto como se tivesse jogado uma parte tão grande minha fora por eu agir como eu ajo.
Eu não consigo ver as coisas de maneira simples. Tudo eu penso 10x antes de fazer ou dizer alguma coisa, ou pelo menos tento. Eu me tornei uma pessoa muito ansiosa por causa disso. Me perguntando a todo momento se o que eu fiz é o certo e remoendo todo e cada erro meu.
Eu sou uma falha com as mulheres por causa disso, acho eu. Não tenho como comprovar, mas não sei como agir naturalmente, tudo pra mim é um jogo que eu tento entender o que a pessoa quer e o que dizer a cada momento pra chegar no meu objetivo, e olha só o resultado... Eu não sei desenvolver uma conversa com uma mulher ou até com um desconhecido.
Se eu tivesse seguido a mesma linha de desenvolvimento dos meus próximos, eu acho que seria mais feliz. Acho que teria mais amigos, acho que estaria em um relacionamento duradouro... Enfim.
Terminar com a Letícia não me trouxe nada mais que uma dor e uma decepção comigo mesmo. Ela tinha seus erros, suas falhas enormes. Nós não éramos compatíveis, realmente. Mas ela me fazia tão bem... Puta que pariu, como eu sinto falta dela. Do carinho, do sorriso, do olhar, do abraço, daquele maravilhoso sotaque... E eu me odeio profundamente por ter tomado a decisão de ter terminado com ela. Eu acho realmente que foi um erro, que qualquer coisa que acontecesse poderia ter sido solucionado depois, e se fosse pra dar errado, que seja. Eu não dou a mínima pra carregá-la junto comigo. Não tenho problema algum em descer um pouco o patamar do meu sucesso pra poder vê-la junto comigo lá. Eu estou completamente e profundamente miserável.
E mesmo ela tendo todas aquelas reações que ela teve eu ainda acho que isso tudo é normal pra quem não tem nenhum controle da emoção própria. Ela dizer que me odeia, porra, como não me odiar? Até eu me odeio, sinceramente.
Porque eu não fiz nada de produtivo hoje? Porque eu não tinha motivação. Pra mim, poucas coisas fazem sentido agora. Não tenho muito pra o que lutar, meu amor próprio nunca foi grande.
E toda essa luta que eu to tendo diariamente pra atender as expectativas de vcs, vendo vocês se matarem por minha causa de trabalhar, tendo stress desnecessários, tudo isso me leva a crer que eu sou a fonte de todos os problemas das pessoas a minha volta.
Eu quero tanto simplesmente conseguir uma renda suficiente pra poder ter o meu lugar e não incomodar mais você nem a Ali, mas também pra eu poder fazer minhas escolhas sem você dizer que eu errei a todo momento.
Eu estive pensando, a mulher que seria boa pra mim é uma que eu nunca amaria verdadeiramente. Ter alguém que me desafia, que tem as mesmas ambições que eu, Foda-se isso. Quero uma mulher que me olhe como alguém que possa oferecer um futuro pra ela, quero ter alguém completamente dependente de mim. Quero poder mostrar pra essa pessoa as coisas boas da vida, como um guia de viagem.
E a Letícia era a pessoa perfeita pra isso. Ela disse que iria comigo pro Rio. Porra, que mulher faria isso por você? Ah, mas é um amor doentio. Caguei, montes. Talvez eu seja doentio também.
Ah, mas você vai evoluir e ela também e muito provavelmente vocês vão evoluir em direções diferentes.
Se isso acontecesse a gente terminaria no futuro. Não agora.
Ah, mas ela não é educada o suficiente, mas ela é de uma outra realidade. E DAÍ? A ALI É A MESMÍSSIMA COISA. ELA TE AGRADA EM MUUITA COISA MAS ELA TAMBÉM TE ENCHE O SACO QUASE TODO DIA.
PORRAA
Eu nem sei pq to escrevendo isso... De verdade... Eu acho que estou depressivo, ou algo assim. Não tenho a mínima vontade de iniciar um outro relacionamento. Agora só penso em terminar o exército, voltar pra faculdade, trabalhar e fazer meus cursos no horário livre.
Mas eu quero a Letícia pra me acompanhar nisso tudo. Eu estava tão feliz com ela... Pqp... Eu me sinto desapontado cada dia mais comigo. Porque eu não consigo me fazer feliz?
Realmente, eu acho que a minha felicidade estava com a Letícia.
E eu penso todo dia em voltar pra ela, mas meu medo de ser a maior decepção na tua vida, é maior.
A verdade é que eu ainda vivo pra te agradar, pra atingir teus parâmetros de sucesso. E toda vez que eu falho eu me sinto um fracasso. E toda vez que eu acerto, eu me sinto vazio.
Minha vida feliz hj sabe qual seria? Uma casa, a Letícia, um cachorro, uma rotina bem estabelecida... Isso seria a vida perfeita pra mim.
Eu quero tirar a Letícia daquela casa maldita, quero dar a ela o mundo e vê-la sorrir todos os dias. Quero formar uma família com ela, ter filhos netos, uma linhagem.
Eu não sou que nem você. Eu não quero comer todo mundo, eu não quero investir pouco num relacionamento. Quero me jogar de cabeça num amor e nunca mais sair de lá. É assim que eu sou. E sempre fui assim.
Agora eu vou simplesmente guardar essa carta, ou redação, sei lá, no meu celular. Quem sabe algum dia eu tenha coragem de te mostrar?
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2019.08.12 23:06 taish Lista de ambulatórios de saúde trans no Brasil

Para ter acesso aos serviços do processo transexualizador do SUS, é preciso solicitar encaminhamento na unidade básica de saúde mais próxima da sua residência.
Adições, atualizações ou correções a esta lista? Deixe um comentário ou mande um modmail.
 
Centros de referência com atendimento ambulatorial e hospitalar (cirúrgico):
Hospital Cidade
UFG - Hospital das Clínicas da Universidade Federal de Goiás Goiânia/GO
UFRGS - Hospital de Clínicas de Porto Alegre Porto Alegre/RS
UFP - Hospital das Clínicas Recife/PE
UERJ - Hospital Universitário Pedro Ernesto Rio de Janeiro/RJ
FMUSP - Hospital de Clínicas da Faculdade de Medicina São Paulo/SP
 
Ambulatórios do SUS:
Ambulatório Cidade
CPATT - Centro de Pesquisa e Apoio a Travestis e Transexuais Curitiba/PR
Instituto Estadual de Diabetes e Endocrinologia Rio de Janeiro/RJ
Hospital Universitário Professor Edgard Santos SalvadoBA
Centro de Referência e Treinamento DST/AIDS São Paulo/SP
Ambulatório do Hospital das Clínicas de Uberlândia Uberlândia/MG
Hospital Universitário Cassiano Antônio de Moraes Vitória/ES
 
Ambulatórios das redes de saúde estaduais:
Ambulatório Cidade
Ambulatório Transexualizador da Unidade Especializada em Doenças Infectoparasitárias e Especiais Belém/PA
Ambulatório de atenção especializada no Processo Transexualizador do Hospital Eduardo de Menezes Belo Horizonte/MG
Ambulatório Trans do Hospital Dia Brasília/DF
Ambulatório LGBT Darlen Gasparelli Camaragibe/PE
Ambulatório de Saúde de Travestis e Transexuais do Hospital Universitário Maria Pedrossian Campo Grande/MS
Centro de Saúde Campeche Florianópolis/SC
Centro de Saúde Estreito Florianópolis/SC
Centro de Saúde Saco Grande Florianópolis/SC
Ambulatório de Saúde Trans do Hospital de Saúde Mental Frota Pinto Fortaleza/CE
Ambulatório de Transexualidade do Hospital Geral de Goiânia Alberto Rassi Goiânia/GO
Ambulatório para travestis e transexuais do Hospital Clementino Fraga João Pessoa/PB
Ambulatório de Saúde Integral Trans do Hospital Universitário da Federal de Sergipe Lagarto/SE
Ambulatório LGBT Patrícia Gomes, Policlínica Lessa de Andrade Recife/PE
UPE, Centro Integrado de Saúde Amaury de Medeiros Recife/PE
Ambulatório LBT do Hospital da Mulher Recife/PE
Ambulatório de Estudos em Sexualidade Humana do HC Ribeirão Preto/SP
Ambulatório do Centro Estadual de Diagnóstico, Assistência e Pesquisa SalvadoBA
Ambulatório trans do Hospital Guilherme Álvaro Santos/SP
Ambulatório Municipal de Saúde Integral de Travestis e Transexuais São José do Rio Preto/SP
Ambulatório AMTIGOS do Instituto de Psiquiatria do Hospital das Clínicas São Paulo/SP
Ambulatório Roberto Farina, UNIFESP São Paulo/SP
UBS Santa Cecília São Paulo/SP
 
Referências:
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2019.06.13 00:15 TheresAWindThatBlows Poucos anos de vida e a falta de ajuda


Durante anos sempre vivi na base do contingenciamento emocional. Lá pros meus 12 anos uma vez vi minha melhor amiga me chamou pra me ver ela beijando um outro amigo. Obviamente uma mensagem, mas durante vários anteriores eu era bloqueado de mostrar algumas emoções por diversos motivos (família conservadora, primos que enchem o saco, vergonha, etcetera).

O tempo passou e durante o resto de minha adolescência, vivi nesse estado recluso. Fiquei preso a um grupo de amigos, cerca de 10 (todos homens). Todos foram amadurecendo e com o passar do tempo me senti cada vez mais isolado. Me lembro de ter um sonho de quando era criança, onde eu andava com amigos do fundamental e me perdia de todos. Ao encontrar-los, todos flutuavam, menos eu. Todos falavam para eu começar a voar, mas eu não conseguia. O sonho se tornou rotineiro, como um lembrete. E assim, ele ia e voltava. Meus amigos no ensino médio já pareciam cada vez mais diferentes. Conversava com todos, todos os dias também, mas me incomodava ainda essa maturidade. Não só isso, como o fato de que sempre fui bem baixinho, 1,63. Me sentia engolido. Já no fim de escola, a grande maioria arranjou namoradas, iam pras festas e ficavam bêbados. Eu não bebia. Fiz intercâmbio de 6 meses e ao voltar, tudo estava mais diferente no último ano. Comecei a beber, mas sempre fui pouco de bebida, não gosto de cerveja mas consigo tomar outras bebidas. Se for pra ficar bêbado, que seja algo bom. E porra, outra coisa, virgindade é um negócio tão estimado pela população. Eu via todos com quem cresci, que nunca imaginei, falando sobre sexo e como estavam em relação à isso. Eu, calado.

Enfim, acabou o ensino médio e é época de faculdade. Todos entraram, sobrou eu. Não passei pelo vestibular, mesmo nunca ter tido problemas de nota e nem nada. Não esforçava, mas pelo menos a inveja era das maiores vendo aqueles entrando em outro mundo sem mover um bendito dedo. Assim era a vida, claro. Nessa época me distanciei mais ainda, via de mês em mês alguns do grupo, além de conversar em WhatsApp e afins. Fiquei estudando em cursinho e enquanto isso via mais das festas, das pessoas felizes, das pessoas amadurecendo e cada vez mais livres. Eu não passei nos seis primeiros meses. Saí do cursinho e comecei a ir até uma biblioteca para estudar por conta própria.

Eu chorava todo dia. Todo dia estava com sono. Dormia 4 horas em média por dia. Não estudava direito. Não conseguia, via a vida passando e todos ali. Sei que foi um curto período, de outros seis meses, totalizando 1 ano de diferença. Mas já fora horrível para quem perdera o seu último ano de escola com os poucos amigos e pouca vida social que tinha. Nessa época, nenhuma festa importante nem nada. Nunca beijei ninguém, ninguém nem se importava. É óbvio que estou dramatizando as coisas, mas sempre foi assim minha sensação. Ninguém fala que sou feio, ao contrário. Mas a auto-estima é baixíssima, nunca tive aprendizado em relação à interações sociais além da amizade. E nunca me apaixonara, nunca. E eu juro que queria, juro.

Não passei. Fui para uma faculdade privada, fazer um curso totalmente diferente do que queria. Com um mês, a maior felicidade na minha vida. Passei para a federal e pro curso que queria, em 4ª chamada. Pela primeira vez me sentia leve, uma exaustidão que era todos os dias, chorava muito. Claro, sozinho. Os ataques sempre foram quando percebia que absolutamente nada do que gostaria se realizasse.

Entrei atrasado, um mês. Grupinhos de amizade já existiam, eu olhava e estava sozinho. Pelo menos estudava algo que queria. Todos os amigos eu via cada vez menos. Alguns, tem 6 meses já, para mais. No segundo dia de aula, ao entrar na faculdade e fazer o que sempre fazia em casos similares era analisar a sala. Percebi uma garota com uma roupa extremamente diferente. Não era chamativo, não era assustador nem nada. Era só bonito. Eu gostei dela de primeira, não sei por quê. O tempo passou, consegui bater papo com certas pessoas, e acabou por eu conhecer ela. Antes, eram apenas casos de olharmos um pra cada um e falar nada. Eu consigo ser carismático e falar, veja bem. Mas não conseguia simplesmente falar sem nada mais, especialmente porque aquela garota me passava um ar de maturidade bem grande (quer dizer, se relativo à minha pessoa que nunca fui muito responsável em termos de fazer algo que prestasse).

Acabei conversando com ela por conta de colegas que conversava. Gostava de conversar com ela. Passei a conversar cada vez mais e tal. Nunca na minha vida pensei poder conversar de uma forma tão fluída. Estava sempre mais confortável que quando com meus amigos.

Mas, aí é que tá. Ficou nisso. Eu sempre fui muito envergonhado na questão de realmente ser mais direto ou mais conversativo sobre a questão de relacionamento da parte amorosa. Acabo tratando todas as vezes que converso com ela da forma mais amigável, parecemos até amigos de longa data. É óbvio que estou romantizando, mas já havia gostado de mulheres simplesmente por serem bonitas ou por parecerem gente boa. Mas nunca dessa forma, nunca tinha realmente, se é que pode-se chamar assim, apaixonado. As viagens de ônibus eram lindas, com conversas perfeitas e divertidas.

O problema era justamente que formou-se uma espécie de grupo de amigos dentro da faculdade, formado pelos colegas que eu conheci na faculdade. Ela estava dentro. E, apesar de conversar da forma mais gostosa de todas, toda vez que vejo na roda de amigos, percebo que não sou único, que na verdade é realmente apenas uma amizade entre várias. Ela não bebia, mas acabou ficando um pouco tonta numa festa junina. Mandou áudio. Eu achando que era o único, nunca fiquei tão feliz. Acabei descobrindo logo dps que foram pra todos. Alguns indícios de que ela até trata melhor e conversa mais com outros do mesmo grupinho. É uma espécie de ciúme que não é ciúme e sim da falta de real carinho. Apesar de ter recebido vários abraços, não me lembro de um único que tenha me dado prazer de dar, que eu cairia aos prantos e etc.

Hoje, fiquei talvez na minha tristeza máxima. Não, uma pessoa não pode definir minha vida, não. Mas ainda assim, é horrível quando em anos você conhece alguém que realmente consegue ter talvez as conversas mais fluídas. Me sinto franco toda vez que ando com ela. É estranho, não é romantizado, mas com 20 anos nunca senti algo assim. Nem com amigos que conversava diariamente. Desde que a conheci não consegui nem me masturbar, de vez em quando a ansiedade ataca com tanta força e começo a chorar absurdamente. Hoje, fiquei o dia inteiro chorando, nunca na minha vida ocorreu algo assim. Uma solução rápida seria simplesmente conversar ou ao mesmo tempo tentar ser mais incisivo em relação ao tipo de relacionamento, que seja. Mas não quando você nunca aprendeu algo assim e especialmente tem um negócio chamado "vergonha". Esses dias descobri que não conseguia elogiar algo sem criticar logo depois. Me dispus a apenas elogiar durante alguns dias e fiquei melhor comigo mesmo. Pelas primeiras vezes estava elogiando de uma forma tão natural, era estranho. Mas nada resolveu a tristeza, nada resolveu a vontade de realmente estar do lado dela. Não tem um cu a ver com as calças, mas era algo que eu acabei me arrumando por causa dela. Gado demais? Com certeza. Mas não só isso, acho que era a vontade de sentir algum carinho de alguém que realmente tenho simpatia enorme.

Já procurei ajuda psicológica anos atrás, descobri que não olhava no rosto das pessoas quando falava, tinha medo. Resolvi. Parei então. Voltei anos dps. Parei com 6 meses por falta de dinheiro. E penso em voltar. Mas ainda assim, sei que não é uma resolução simples. Só vim desabafar alguns pontos que sempre batem na minha cabeça quando abria esse sub. Obrigado se você leu até o final, foi mal se algumas coisas saíram todas intercaladas e sem nexo. Escrevi saindo da cabeça, sem revisão nem nada.

A moral? As pessoas precisam ter alguma experiência na vida e se você não der nenhuma, ela nunca vai saber como reagir ou fazer algo.
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2018.04.20 20:34 CarroR24311 Como eu uso o Tinder pra despertar a “GP” interior em algumas mulheres

PRIMEIRO PASSO - O PERFIL
Bem, meu objetivo no Tinder sempre foi obter encontros com finalidade estritamente sexual, mas ao mesmo tempo precisava manter minha identidade preservada. Não estava buscando uma namorada, amante, crush, ou nada do tipo. "Ah, CarroR24311, mas não seria mais fácil então sair com uma GP?" Sim, seria...mas minhas motivações nem sempre são muito simples de serem definidas ou explicadas; encontro prazer no inusitado, no inesperado, na surpresa. Gosto de jogos, e me pareceu um jogo interessante essa "pescaria"...jogar a isca e ver quem nesse universo tão variado de meninas que aparecem todos os dias na descoberta do Tinder cairia na minha rede. Sabia desde o primeiro momento que seria uma loteria...sair com meninas das quais eu não sabia nada, das quais não tinha nenhuma informação senão meia dúzia de fotos e uma descrição que geralmente se resumia a signo, altura, gosta da série tal, dispensa quem quer apenas sexo (essa parte geralmente era a mais engraçada, por motivos óbvios).
Assim, o primeiro passo foi criar um facebook apenas com a finalidade de usar o Tinder, já que é obrigatório vincular uma conta do face ao Tinder. Feito isso, é hora de criar o perfil...por via de regras, no Tinder as pessoas avaliam as outras com base nas fotos e uma breve descrição. No meu caso a minha foto não mostrava a minha pessoa, mas sim uma sugestão sobre o meu objetivo ali. E minha descrição era bem objetiva, do tipo "Sou casado, busco relacionamento sexual e como retribuição ofereço um valor de até $$$ por cada encontro. Não busco romance ou namoro, ofereço e exijo o máximo de discrição".
SEGUNDO PASSO - A PESCARIA
Nesse momento se define o que se deseja, podendo limitar sua escolha por localização e faixa etária. No meu caso, no começo eu defini que gostaria de visualizar apenas meninas de 18-22 anos e localização de até 160 km do meu local. Nesse primeiro momento eu geralmente dava likes indiscriminadamente, queria mais ter um feeling se meu perfil iria fisgar a atenção de alguém. Logo no primeiro dia consegui 8 matchs, e então passei a ser mais seletivo, reduzindo o "range" de distância e concentrando meus likes apenas nas meninas que de fato me chamavam a atenção.
TERCEIRO PASSO - DEI MATCH, O QUE FAÇO AGORA
Bem, eu uso a seguinte regra: se dei like por último, eu começo a conversa, se a menina deu like por último, espero ela começar. No meu caso, tudo sempre começa com o famoso "Bom dia, tudo bem com você?", e em seguida eu pergunto se ela leu meu perfil por completo, se existe alguma dúvida com relação à minha proposta. Acho isso importante pois reforça a objetividade da oferta e não dá muita margem para a menina ficar de papo furado depois. Na maioria dos casos as meninas afirmam terem lido e estarem de acordo. Mas também na maioria dos casos elas vão querer saber um pouco sobre você, sua motivação, e principalmente, vão querer uma foto sua. Posso afirmar que 99% vão pedir para ver uma foto antes de seguir em frente, e existem mil maneiras que você pode enviar uma foto: colocando no próprio perfil do Tinder e depois tirando (não gosto de fazer isso, pois alguém conhecido pode justamente estar olhando seu perfil naquele exato momento), upando em um tumblr da vida e passando o link, ou então passando a conversa do Tinder para o popular WhatsApp. Eu geralmente uso essa última.
Bem, daí pra frente vai de cada um. Você vai ter que conversar com a menina e combinar o seu encontro. Eu geralmente pergunto à menina se ela prefere encontrar antes para tomar um café, conversar um pouco, quebrar o gelo, afinal de contas são garotas que na maioria das vezes nunca fizeram sexo em troca de dinheiro e ficam preocupadas de você ser um maníaco ao algo do tipo. Para uns 20% isso foi muito importante, e eu não teria sucesso com elas se não tivesse colocado essa possibilidade. As demais foram de boa para abate sem floreios. Também é bom salientar que na maioria dos casos de encontros pelo Tinder não é a menina que vem ao seu encontro. Você vai ter que ir atrás...e isso pode ser um empecilho para alguns.
Outra coisa, eu não pedi nudes para nenhuma menina. Como já disse lá no início, encarei essa experiência como uma loteria, e solicitar fotos sem roupas poderia colocar em risco meu objetivo. Tem muita gente no Tinder que fica só pedindo foto, e as meninas por razões óbvias vão ter muito receio de encaminha-las para um estranho. Em razão disso, tive alguns desapontamentos, mas no fim, como Edith Piaf posso afirmar que "Je ne regrette rien"
Com relação à duração dos encontros, isso também era algo totalmente em aberto. Eu particularmente preferia não definir nada, deixar rolar...assim, para algumas meninas eu paguei para ficar uma noite inteira o mesmo que valor que gastei para passar 20 minutos com outras.
Enfim, o resultado dessa experiência foram encontros com 19 meninas, das mais diversas origens e classes sociais. Vou descrever um resumo de cada um, para que tenham uma ideia do que poderão encontrar...
Menina 1 - Mesquita - 20 anos - Funcionária Pública
Bem, essa foi fisgada ainda na primeira leva de likes. Mulata, não muito bonita de rosto, mas tinha um corpão de passista de escola de samba. Combinamos na praça, e na hora marcada ela estava lá. Eu estava nervoso por ser meu primeiro encontro, e ela nitidamente também estava. Quando ela entra no carro bateu uma bad, pois as fotos haviam pegado apenas seus melhores ângulos, que eu pessoalmente não conseguia enxergar. Enfim, mas eu já estava ali, então ia tentar fazer daquele limão uma limonada. Já no carro ela começa a me elogiar, dizendo que me achou bonito e que não entendia o porque de eu estar pagando para sair com garotas, e no caso, estar saindo com ela. Eu pensei a mesma coisa, mas não disse. Como eu havia combinado antes com ela de sairmos para comer algumas coisa, fomos para o shopping almoçar e conversar um pouco, antes de ir para o hotel. Bem, pelo menos sem roupa ela compensava a cara. Menina bem gostosa, seios médios, bundão. pedia para chamar ela de puta e por fim, me ofereceu atrás que eu claro, não recusei. mas logo em seguida bateu a bad de novo, e disse a ela que tinha um compromisso e ia precisar ir embora. Devemos ter ficado em torno de 1 hora no hotel...na hora de pagar ela ficou muito constrangida, a princípio não quis receber. Mas depois de minha insistência, ela acabou aceitando.
No caminho para deixá-la de volta em casa ela contou que imaginava que iríamos ficar mais tempo, mas que como saiu cedo iria conseguir ir à reunião do grupo de jovens na igreja 54** . Achei essa parte engraçada, mas segurei para não rir. Dois minutos depois de deixá-la no local onde a peguei, descombinei no Tinder e fui seguindo meu caminho pra casa, quando ela me manda uma mensagem pelo WhatsApp perguntando o porque de eu ter descombinado. Enfim, como justamente estava nessa para não ter que dar satisfação a ninguém, não respondi e tratei de bloqueá-la no WhatsApp também. Ela foi a primeira de 36 contatos que estão bloquedos hoje no meu telefone, que vão de garotas que eu já saí e não quis repetir até meninas com quem eu comecei a conversar mas decidi por não encontrar.
Menina 2 - Volta Redonda - 21 anos - Estagiária em Escritório de Advocacia
Sim senhores, nesse afã por ppk eu fui parar em Volta Redonda. Como no começo meu "range" estava de até 160 km, acabei dando match com essa menina de lá, e ela me chamou tanta atenção que decidi que valeria a viagem. Pelas fotos do tinder e instagram ela parecia com a Mulan, personagem de um desenho da Disney. Na conversa pelo WhatsApp se mostrou instruída, tranquila, o que me animou ainda mais em encontra-la. Com ela não teve papo antes...nos encontramos e fomos direto para o hotel. Era a segunda vez que encontrava alguém em troca de grana e estava juntando para por silicone. Dei duas com ela, e poderia ter dado mais se quisesse, mas eu tinha que voltar ao Rio para trabalhar. Enfim, apesar de ter sido legal, não tinha intenção de repetir, então foi para o saco dos blocks também.
Menina 3 - Santa Cruz - 18 anos - Blogueira e Hostess
Fiquei impressionado com as fotos dela. Pelo WhatsApp a menina me pediu um monte de fotos, perguntou um monte de coisas, já estava ficando puto, mas como queria muito conhecê-la fui relevando. Até que ela passou um pouco dos limites, perguntando coisas da minha vida pessoal, daí eu dei-lhe um fora, e já imaginava que ela ia me xingar e cair fora, mas o oposto aconteceu. Ela pediu desculpas e ficou mansinha, me mandou até nudes sem eu pedir. hahahaha
Enfim, fui encontrá-la em Santa Cruz, e a menina queria manter as luzes apagadas no quarto. Muito gostosa, mas tinha um comportamento meio estranho. Parecia sofrer de distúrbio de dupla personalidade. Enfim, essa eu não bloqueei, pois achei que valeria a pena encontra-la novamente, mas três dias depois ela vem com uma história que estava precisando de grana para por implante no cabelo, se eu não podia adiantar, e tal...bem, percebi que essa mulher ia ficar no meu pé, então mais uma foi morar no saco dos blocks.
Menina 4 - Tijuca - 18 anos - Universitária
Quando dei match com ela eu nem acreditei. A menina era muito gata, mas muito mesmo...um corpo perfeito, conforme pude ver pelas suas fotos de biquíni. O relacionamento com ela extrapolou um pouco os limites que eu havia determinado para mim mesmo. Fui dormir na república onde ela morava, falava com ela todos os dias, já não pagava mais, mas a coisa já estava saindo do controle, então preferi me afastar. Dessa eu tenho saudades..
Menina 5 e 6 - Tijuca - 18 e 21 anos - Universitárias
Dei match com a de 21 anos, que durante as conversar informou que uma amiga também estava interessada. Me mandou fotos da amiga, que de fato parecia ser muito gata. Perguntei se ela e a amiga se pegavam, ela disse que não. Eu então questionei o sentido de eu sair com as duas. Elas disse que estava precisando muito de dinheiro, e que poderia fazer "2 pelo preço de 1,5". Bem, como eu estava muito afim de comer a amiga dela, topei. Nesse eu me dei mal...a amiga de fato era gata, mineira, 18 aninhos, branquinha, peitões. Uma delícia. Agora a menina que eu dei match era simplesmente diferente das fotos!!! Uma gordinha baixinha que eu não pegava nem de graça...mas é aquilo, "tá no inferno, abraça o capeta".
No hotel, as duas não podiam ficar no mesmo ambiente pois a mineira (que apesar de linda parecia um bicho do mato), tinha vergonha de dar na frente da amiga. Assim, a comi no banheiro enquanto a gordinha ficava no quarto olhando o que tinha na geladeira. Estava bom com a mineira, até que ela dá um troço e fala "agora vai com ela"...hahaha. Quase me desesperei, argumentei que estava bom ali, que não queria parar naquele momento, mas ela disse que estava ficando com a buceta ardendo por causa da camisinha. Enfim, muito puto fui comer a gordinha, que pelo menos tinha uma buceta quentinha e apertada...botei o travesseiro na cabeça dela e percebi que daquela forma, com ela de 4, até que não estava de todo ruim. Enfim, gozei e quando eu viro por lado a mineira já estava vindo arrumada do banheiro. isso não tinha passado nem 40 minutos de quando havíamos chegado. Pra não me estressar, levei as duas embora com a intenção de nunca mais ver a cara das delas. Até que um dia recebo uma mensagem no whatsapp de um número desconhecido, e para a minha surpresa era a mineira, que estava querendo sair de novo comigo (ou seja, estava precisando de grana). Falei que ela estava doida, que tinha me decepcionado da última vez e não estava afim de me aborrecer novamente. Daí ela falou que ia se esforçar para me agradar desta vez, pediu desculpas, quase implorou. Como ela era gostosa, e estava aparentemente arrependida, lá fui eu encontrá-la. Até que de fato foi melhor, mas ela estava afim de um patrono, e eu não queria ter compromisso de ter de ficar saindo sempre que ela precisasse de grana, então botei ela no saco junto com as outras.
Menina 7 - Baixada - 20 anos
Essa prefiro não relatar, sorry.
Menina 8 - Nova Iguaçu - 18 anos
Essa eu conheci por intermédio da menina 8, então boto na conta do tinder também. Branquinha, linda, uma princesa...essa eu faço questão de encontrar até hoje.
Menina 9 - Duque de Caxias - 18 anos - Lojista
As fotos dela eram sensacionais. Os seios foram os que mais me chamaram a atenção, mas o rosto era lindíssimo. Por isso até fiquei meio cabreiro. Mas ao vê-la pessoalmente fiquei impressionado em como ela era ainda mais bonita. Segundo ela, eu era apenas o segundo cara com quem ela fazia sexo na vida. O primeiro havia sido um namorado com quem ela havia terminado apenas dois meses antes. A menina era muito, mas muito gostosa, e além de tudo ainda deixou eu fazer várias coisas loucas. Detalhe, ela disse ter uma irmã gêmea, o que foi suficiente para aflorar em minha mente os mais perversos pensamentos. Infelizmente não encontrei mais com ela, embora tenhamos nos falado algumas vezes depois. Fico na esperança, pois dessa também tenho muitas saudades
Menina 10 - Magé - 20 anos - Universitária
Loira, 1,75 m de altura, mulherão. Mas com carinha de menina...essa foi engraçada, pois demoramos a nos encontrar. Ela só podia em um dia específico da semana, num espaço de duas horas. Como fui descobrir depois, ela estudava com o namorado, e a única matéria que eles não faziam juntos caia nesse horário. Então eu a pegava na porta da faculdade, saía correndo pro hotel, e antes da aula terminar eu tinha que deixá-la de volta, pois ela ia para casa com o corno. Nos encontramos 3 vezes, e só paguei a primeira...nas outras ela me chamou, pois como o namorado dela não comparecia (eram crentes), ela sentia falta de sexo e acabava pedindo minha "ajuda". Saí fora pois fiquei com receio de dar merda, mas valeu a pena a aventura.
Menina 11 - Duque de Caxias - 22 anos - Comerciante
Me chamou atenção pois parecia ser linda de rosto pelas fotos. E de fato era muito mas muito bonita. Mas tinha um corpo meio estranho. Já era mãe, e a gravidez acabou judiando da menina. Mas tinha os maiores seios que já vi na vida, ainda que um tanto que moles. Gente boa, não tive coragem de dar block de primeira, mas também não queria mais sair com ela. Só que ela ficava me mandando mensagem direto, daí não teve jeito e mandei pro saco também.
Menina 12 - Duque de Caxias - 21 anos - Universitária
Essa foi engraçado. Menina de Goiânia, nos falávamos pelo WhatsApp e seu sotaque dava o maior tesão, aquele "amorrr" fazia o pau subir na hora. Mas a menina era muito carente, e já no chat ficava falando que não ia querer receber pois tinha medo de isso afetar nosso futuro 08** 08** 08** . Bem, no dia do encontro saímos antes para tomar conversar, tomamos um chá, e a menina estava cheia de amor. Já no hotel se mostrou uma devassa na cama, muito gostosa, mas ela estava afim de romance, então tive de sair fora.
Menina 13 - Barra da Tijuca - 18 anos - Só fuma maconha 70**
Essa menina eu já encontrei algumas vezes. Tem um perfil social que difere da maioria das outras pois é de família abastada. Mora em uma mansão em condomínio fechado da Barra, tem tudo o que quer, e sinceramente eu não sei por que está nessa. Acho que ela curte o lance da aventura, sei lá...nunca entendi. Mas enfim, é gostosa demais, muito safada, então eu vou aproveitando.
Menina 14 - Campo Grande - 18 anos - Trabalha mas não sei aonde
Essa menina foi meio estranha, bonita, vivia me mandando nudes perguntando quando eu iria encontrá-la, até que um dia resolvi ir na longínqua Big Field. De fato muito gostosa, mas muito estranha também. Eu a elogiei assim que nos encontramos, tipo "você é muito bonita", e ela "eu sei!" 17** . Já fiquei meio bolado...calada, não falava absolutamente nada até chegarmos ao hotel. Bem gostosa, mas não me senti a vontade em nenhum momento com ela. Até que uma hora ela começa a ter dificuldades para respirar, e eu fiquei super bolado pensando que a menina ia morrer...ela disse que isso era normal, que ela precisava tomar um remédio para melhorar. Daí falei para irmos embora, mas ela não queria ir. Eu ficando desesperado, mas ela aparentou melhorar. Fumava igual um saci....fui puxar assunto, comentando que ela era muito quieta, até estranha. Que eu estava com medo dela...hahaha. Ela começou então a contar a história dela, que tinha vivido em orfanato até os 13 anos, um monte de história triste, daí fiquei na bad e insisti que tinha que ir embora. Finalmente ela aceitou. Nesse dia tive duas alegrias, uma quando a encontrei, e vi que era bonita, e outra quando consegui me ver livre dessa doida. Óbvio que foi para o saco.
Menina 15 - Jacaré - 18 anos - Terminando 2º grau
Menina bonita, mas meio feminista. Não depilava a perna nem as axilas. Estava menstruada quando nos encontramos (só descobri na hora), não chupava (nas palavras dela "não faço aquele job"), enfim, desastre total. E o pior é que ela ficou me ligando depois querendo me encontrar de novo...
Tiveram mais 4, inclusive uma que mora no Leblon, que eu até agora não acreditei que deu match. Conheci-a dois dias atrás e estou praticamente apaixonado. A mulher é tão linda, mas tão linda que só o fato de eu ter saído com ela valeu por todos os infortúnios que passei. Mas agora estou com preguiça de descrever, e esse texto está ficando muito longo. hahahaha
Enfim, fora essas, ainda tem 19 matchs para desenrolar, e isso tudo em pouco mais de 1 mês. As experiências foram das mais diversas, e dá para comer uma menina por dia nesse tinder se você tiver disposição, grana e tempo.
Espero que tenha sido útil para quem ainda tem dúvidas sobre a utilização desse app. Eu já estou perdendo o fôlego, tem umas meninas que ainda quero conhecer pois me chamaram muito a atenção, mas depois disso vou dar uma parada. Administrar a logística para todos esses encontros não foi fácil. Mas valeu a pena!
TL;DR: ofereço grana pra mulheres “normais” no Tinder em troca de sexo e elas aceitam. Seguem também relatos de alguns encontros.
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2018.02.27 13:16 Become_a_Hero Pessoal estou de saco cheio por ter Chefe e Supervisor abusadores de poder, o que fazer???

Bom dia amigos redditores, estou aqui para pedir a opinião e ajuda do pessoal, enfim vamos lá.
Trabalho em uma empresa a 4 anos, sou encarregado da parte da TI/expedição (sim, exerço 2 funções na empresa e ganho somente por uma) não recebo mal, trabalho de Seg. a Sex. e faço muito bem meu serviço.
Enfim, nada são flores na vida, e estou de saco cheio daqui, por uma série de coisas que sempre aconteceu aqui, vou tentar simplificar o máximo pra vocês. O dono da empresa é um carrasco, ogro, esculacha e trata muito mal seus funcionários, sempre ele está certo e nunca assume seu erro. Tem dias que sai pra almoçar e volta depois de 3 horas, muito bêbado, esses dias você tem que ter uma paciência enorme, já vi ele demitindo justa causa pessoas que não fizeram nada, simplesmente o fato dele estar bêbado, virar pro funcionário e dizer "vá procurar seus direitos".
Todos da empresa se cagam de medo dele, a maioria entende as coisas que ele faz que não tem cabimento,como o fato dele chegar na empresa e os funcionários terem de ir até o carro dele pegar suas coisas como pastas, paletó e deixa-las encima da mesa dele.... porém obedecem para não ficar sem emprego. Para vocês terem ideia, se puxar o CNPJ da empresa vão ver o tanto de processos que a empresa responde, mais sujo que pau de galinheiro.
Fora ele tem o encarregado que de tanto ser puxa saco, ganhou credibilidade com o dono, as vezes até sai junto pra beber, ele se acha o vice-diretor, o tipo de cara que não tem qualificação nenhuma, nem faculdade, não faz nada o dia todo e presta nem pra resolver problemas, e cabe você resolvê-los, onde ele sempre é o dono da razão e nunca perde a oportunidade de te esculachar também.
Bem pessoal, minha situação é, sou casado, tenho filho, não pago aluguel, pretendo trabalhar na área da TI, porém estou esperando minha mulher terminar seus estudos (que no caso ela termina la pra metade do ano) para começar o meu, onde já tenho conhecidos na área onde podem me indicar, porém somente cursando a faculdade. Não sei mais o que fazer, me sinto insatisfeito aqui, uns tempos atrás eu estava quase entrando em depressão, tinha 2 férias vencidas e não me davam de jeito nenhum, se fico doente e vou ao médico, já é motivo para ser esculachado e ter que aguentar cara feia dos outros, estou cansado de ter que fazer coisas que não cabem a minha função fazê-las, ou ter que fazer serviço dos outros por mera incapacidade deles. To cansado de não ser reconhecido, faço coisas muito além de qualquer um daqui, sempre trabalhei bem, não sou de faltar e sempre chego no meu horário, e o que eu ganho em troca? Praticamente tapa na cara...
As vezes sinto vontade de tocar o foda-se e sair correndo, pedir as contas, mas vou perder muita coisa, e acordo eles não fazem, e no caso eu teria que ensinar alguém o meu serviço pra ficar no meu lugar, pois ninguém sabe fazê-lo aqui. Minha mulher e até minha mãe dizem pra eu dar no pé daqui, mas não sei ao certo o que fazer, já fiquei uma vez quase 1 ano desempregado, foi o pior tempo da minha vida, hoje em dia eu tenho uma vida boa e fico muito receoso...
Enfim amigos, gostaria de dicas, conselhos ou até saber se alguém aqui passa ou já passou pelo mesmo que eu, quero uma luz pra saber o que fazer, deis de já agradeço a quem leu até aqui e desculpem o texto longo.
TL;DR: Estou de saco cheio de onde trabalho e quero alguma dica do que fazer.
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2017.11.13 21:35 tombombadil_uk Today I fucked up: a estranha sensação de reencontrar um amor do passado 12 anos depois / Parte 2

Não esperava que a Parte 2 ia rolar tão cedo, mas tem atualizações aí. Para quem quiser, dessa vez tem um TL/DR no fim.
A parte 1 é essa aqui: https://www.reddit.com/brasil/comments/7c6tsx/today_i_fucked_up_a_estranha_sensa%C3%A7%C3%A3o_de/
PS.: escrevi isso aqui correndo assim que cheguei em casa, então provavelmente pode estar confuso ou com uns errinhos. Nem de perto foi tão trabalhado quanto o conto que eu fiz da primeira parte. Me desculpem de antemão.
Tive uns dos finais de semana mais atípicos dos últimos anos. Acho que nunca viajei tanto em memórias e dúvidas. Será que realmente rolava alguma coisa? Aliás, será que foi ela mesmo que eu vi na rua? Ela aprecia tão mais velha que talvez sequer fosse a mesma pessoa. E cá estava eu viajando porque uma pessoa aleatória me morou na rua e eu a confundi com alguém que não vejo há doze anos.
Ainda assim, embarquei na onda da nostalgia. Escutei os CDs do Linkin Park, System of a Down, Evanescence e Radiohead que a gente ouvia na época, baixei alguns jogos que eu jogava na época (Xenosaga, Burnout e alguns outros) e coloquei no PS2 que eu achei por um preço ridículo numa feira de rua. Assisti Anjos da Noite e Oldboy, dois que eu lembro de ver naqueles tempos. Domingo eu estiquei a ida à feira e fui até o curso de inglês que frequentávamos juntos, refiz o caminho de lá até casa onde os pais dela moravam. Antes que perguntem, não, eles não moram mais lá. Sei disso porque a casa apareceu à venda há muito tempo.
Foi um fim de semana agridoce. A esposa me achou meio para baixo, eu revirei horas no travesseiro antes de conseguir dormir. Segunda de manhã, indo para o trabalho, eu já estava mais sossegado. Cheguei à conclusão que havia uma enorme possibilidade daquilo tudo ser um baita mal entendido, que aquela mulher sequer era ela. E que eu provavelmente jamais a encontraria na minha vida. E me preocupar com algo tão inatingível era sem propósito algum. O fato de eu ter tentado encontrá-la no Facebook por horas sem sucesso só reforçava isso.
Eu conhecia apenas um dos seus sobrenomes, mas ela não aparecia de forma alguma. Tentei com sobrenome aleatórios algumas boas 20 vezes, devo ter aberto mais de 200 perfis. Nada. Nem sinal.
Mas eu queria falar com alguém sobre aquela história, então decidi me abrir com um amigo do trabalho que é bem gente fina e em quem confio. Passei o almoço contando a história e depois ficamos uns 40 minutos discutindo o assunto. A conclusão dele foi a mesma da galera daqui: "Caralho, como você não falou com ela? Dava um oi, chamava pra conversar".
Falei para ele também que estava começando a duvidar de mim mesmo. Ela estava com uma aparência tão mais velha e nós temos a mesma idade, eu dizia. "Cara, classe média baixa, dois filhos com 20 e poucos anos, voce nem sabe se ela é casada ainda ou não. Às vezes virou mãe solteira e está numa luta fodida".
Quando voltamos para o trabalho, fiz mais uma rodada de pesquisa no Facebook. Talvez fosse uma memória embasada do passado, talvez fosse só uma coincidência, mas eu cismei com o sobrenome Ferreira. Não era o sobrenome que eu sabia com certeza, só um chute que ficava martelando a minha cabeça. Parte de mim dizia que era confusão. Eu tinha uma amiga com o mesmo nome dela é Ferreira no sobrenome, provavelmente estava só confundido as coisas.
Nesse processo, aprendi que o Facebook te dá resultado diferentes para a mesma pesquisa quando você a faz de tempos em tempos. E logo depois desse desabafo, como se falar em voz alta fizesse ela se materializar, ela apareceu. O mesmo rosto de 12 anos atrás, o mesmo sorriso, os mesmos olhos. Minha mão tremeu no computador, levantei para pegar um café é uma água. Respirei fundo, e voltei para ver o resultado.
No começo, senti um misto de alívio e decepção. Ela parecia exatamente como 12 anos atrás, então não era possível que aquela mulher que encontrei na semana passada fosse ela. Abri o perfil e comecei a ver as fotos, os filhos, a pouca vida dela que aquela janela mostrava. Quando abri uma foto mais recente da linha do tempo, a verdade voltou com um soco no estômago: eu realmente a encontrara. A foto de perfil era antiga, mas as mais recentes não deixavam espaço para dúvidas. Eu tinha esbarrado com ela.
Chamei meu colega de trabalho para tomar um café e mostrei as fotos no celular. "Se você não me dissesse que ela tem a mesma idade que a gente, eu nunca ia acreditar em você. Ela parece uns dez anos mais velha, mas era a menina bonita antigamente". E fez a pergunta que eu já estava fazendo mentalmente. "Porra, uma porrada de foto com a família e os filhos, mas e o pai?".
A resposta eu encontrei na lista de amigos dela. Percebi que tinha amigos em comum com outra pessoa da família que tinha o mesmo sobrenome, um amigo farmacêutico que começara a trabalhar em uma farmácia perto do ligar onde trabalho. Era perfeito. Liguei para ele dizendo que queria trocar uma ideia, mas ele tinha acabado de ser transferido para outra unidade da rede para cobrir uma unidade. Com um fogo no cu absurdo, larguei o foda-se no trabalho, peguei um Uber e fui para lá.
No caminho, eu já não sabia bem o que estava fazendo. Eu ficava vendo e revendo aquelas fotos no celular no caminho, lembrando mais e mais dela. É engraçado lembrar de uma pessoa com quem você teve um relacionamento tão profundo e tão curto há tanto tempo. Às vezes eu não sabia bem se eu estava lembrando de alguma coisa ou se eu estava fantasiando, se estava extrapolando algumas memórias.
Fuçando o Facebook dela - curtidas, comentários, gostos, fotos - eu via que ela era exatamente o que eu imaginava. Uma pessoa extremamente simples, de família de classe média baixa, com um estilo de vida simples, bem família e discreta. Os filhos pareciam ser o primeiro lugar em tudo.
Encontrei meu amigo por volta das 16h e subi para a sobreloja da farmácia. Ele vivia falando que o trabalho dele era um marasmo absurdo e tudo que ele fazia quase o dia inteiro era ficar no segundo andar jogando 3DS e como ele estava prestes a comprar um Switch só por conta disso. "Queria ter esses problemas no meu trabalho", brinquei.
Esse meu amigo não é super próximo, mas nos conhecemos há uns 15 anos e crescemos na mesma vizinhança. Apesar de não ser o tipo de pessoa para quem eu desabafo, é alguém em quem eu confio demais. Contei para ele a história toda. "Porra, mas achei que você e XXXX fossem felizes. Vocês têm uma vida tão tranquila". A gente é, eu expliquei. Na verdade eu sou feliz para caralho com a minha vida conjugal, "mas essa ogiva nuclear me fodeu completamente. Pelo menos nesse fim de semana".
É aqui que a história dá uma guinada um pouco para pior. Meu amigo farmacêutico é o tipo de cara que está a cada semana com uma mulher diferente. Os namoros nunca duravam muito. Ele é pintoso e gente fina, então é o tipo de cara para quem chove mulher. E uma dessas mulheres era prima dela, uma mulher com quem ele saiu até por bastante tempo (quase seis meses) dentro dos parâmetros dele.
Ele não lembrava os detalhes, mas ela ficou "falada" na família por conta da crise no casamento. Casou nova, passou para um concurso público que pagava bem mal, mas pelo menos era um emprego garantido, e teve um filho logo no primeiro ano do casamento. No começo, parecia conto de fadas: os dois colegas de escola casam, passam em concursos públicos diferentes (naquele boom de concursos que rolou entre 2005~2010) e têm dois filhos bem rápido. Aos 22 anos, eles já tinham a vida "feita" para alguns padrões.
Mas isso não durou muito. Meu amigo farmacêutico não sabia dos detalhes, obviamente, mas o cara se arrependeu de ter casado tão cedo. Ela largou a faculdade para se dedicar aos filhos. Ainda assim, faltava tempo para cuidar dos dois. Ela largou o emprego público também para se dedicar às crianças e virou dona de casa em tempo integral.
"Ela passou em um concurso público de primeira, eles achavam que ia ser fácil entrar em órgão público mais tarde, quando as crianças estivessem maiores". Burrice do caralho, pensei. A procura por concurso público cresceu vertiginosamente e as vagas minguaram. Agora até os concursos mais bundas tinham altíssima concorrência.
Aparentemente, boa parte da família foi contra. A gente está falando de uma família de classe média baixa de um subúrbio bem quebrado. Para eles, aquela vaga no emprego público era a garantia de que ela teria estabilidade para a vida toda. Ela insistia que o marido tinha um emprego melhor e que eles economizariam tendo ela como dona de casa.
Passaram algum tempo juntos dessa forma, mas o cara ficou de saco cheio. Meu amigo não sabe se chegou a acontecer traição ou não, mas ele enjoou daquela vida. Achava que tinha casado muito cedo, que não tinha aproveitado a vida. Que os dois se precipitaram, que ele não tinha vivido. Que ele não queria ficar preso naquela vida desde tão cedo.
E meteu o pé.
Na família, segundo meu amigo, rolava um misto de pena e revolta com a menina pelas decisões dela. No final das contas, ela voltou para a casa dos pais, entrou em depressão e passou a viver em função dos filhos. Ela não conseguiu terminar a faculdade e jamais a reatou por causa deles também.
Caralho.
No caminho para casa, eu fiquei pensando o quanto aquilo era triste e curioso. Triste por razões óbvias. Curioso porque ela viveu o meu sonho. Sei que pode parecer besteira, mas meu sonho sempre foi casar e ter filhos cedo. Eu nunca fui um cara muito da pegação - até porque, como já disse aí, sempre tive a auto-estima muito baixa - e sempre quis ter uma família, meu sonho sempre foi ter filhos. E eu queria curtir os meus filhos o máximo que pudesse. Imagina você com 32 e um filho de 10 anos? Quanta coisa gostosa você não ia poder compartilhar, viver junto? Acho que o passar do tempo torna o abismo entre as gerações cada vez maior, o que dificulta essa aproximação entre pais e filhos. Em tempo, é só uma opinião pessoal. Não tenho filho, então não tenho muita voz nisso e posso estar redondamente enganado.
Ela viveu o meu sonho, mas tudo deu radicalmente errado. Hoje eu entendo como deve ser problemático casar cedo. Eu casei com 26, o que muita gente já chamaria de cedo hoje em dia. Mas caralho, casar aos 20? Eu precisaria ter certeza absoluta de que estava com uma ótima pessoa ao meu lado, mas é difícil a gente chegar a essa conclusão tão cedo. A maioria das garotas com quem saí entre meus 18~22 anos jamais estariam na minha lista de possíveis esposas hoje em dia. Algumas são minhas amigas até hoje, mas a grande maioria ganhou pensamentos e posições que vão contra quase tudo que eu acredito.
Tentei imaginar a vida dela agora. 32 anos, dois filhos, divorciada, sem faculdade e depois de largar um emprego público, morando na casa dos pais. Os posts e fotos dela no Facebook tem um quê de agridoce. Parece haver um amor incondicional pelos filhos e pelo desenvolvimento deles. Mas ao mesmo tempo parece haver uma triste por não ter aproveitado a vida. Encontrei até um post antigo em que ela nunca tinha andado de avião e sonhava em conhecer a Europa, postava fotos dos lugares que gostaria de viajar, lia livros sobre eles.
Eu sei que isso pode soar paternalista, mas tudo isso me pesava muito o coração. Me dava vontade de ir lá, de mudar a vida dela, de levá-la para Paris, Roma, Praga, Porto, as poucas cidades que visitei nas vezes em que fui para lá. Me dá vontade de correr para encontrá-la, abraçar, ficar com ela, conversar, qualquer merda.
Mas aí eu caio na realidade. Cá estou eu, casado, relativamente estabelecido, vivendo super de boa até sexta-feira. E se eu puxar uma conversa no Facebook para encontrá-la, chamar para um café pelos velhos tempos e falar que fiquei sem jeito de puxar papo com ela quando a vi na praça sexta-feira? O que eu vou dizer?
Depois de explicar porque saí do curso daquele jeito, 12 anos atrás, vou falar que era completamente apaixonado por era e que estava me sentindo feito um adolescente agora? Será que não vou adicionar mais um arrependimento para a lista dela, partindo do princípio que ela talvez também sentisse algo por mim à época? E se não sentia, de que isso serviria?
E não sei as consequências que vê-la pessoalmente podem ter. Sim, ela parece bem mais velha e o tempo não foi bom com ela. Mas eu ainda a acho linda e sinto um aperto no coração idiota toda vez que olho para as fotos dela no Facebook. Eu tenho medo de aparecer, me mostrar como algum exemplo da felicidade e bom senso (sim, já escutei de amigos meus que tenho a vida "perfeita demais" por conta do meu bom senso em geral, apesar de eu achar que tenho uma vida ok, só pautada pelo "pensar antes de fazer") que apenas acentue as más escolhas dela. Eu tenho medo de não aguentar e fazer merda, de estragar um casamento que vai bem para caralho.
Ela está aqui, a um clique de distância, e não sei o que fazer. Nem se devo fazer alguma coisa.
TL/DR: achei a menina no Facebook depois de chutar dezenas de sobrenomes diferentes. Ela está divorciada, largou um emprego público e parece estar numa fossa fodida. Eu não sei se devo fazer alguma coisa ou deixar esse feeling morrer e continuar vivendo deixando esse fuck up de ter sumido da vida da menina para trás.
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2017.04.13 16:07 1984stardusta Alienação parental

O SILOGISMO SOFÍSTICO DO ABUSO SEXUAL TRAVESTIDO EM ALIENAÇÃO PARENTAL
 Silogismo, conceito filosófico, é um modelo aristotélico de raciocínio lógico baseado na ideia de dedução. Como todos sabem, ele é composto por duas premissas e uma conclusão deduzida. Muito usado no Direito, baseia a Jurisprudência, dando sustentação à ideia de igualdade de direitos para todos. No entanto, o silogismo pode levar a um erro. Outra figura filosófica, o Sofisma, pensamento que se utiliza do raciocínio lógico dos três elementos do silogismo para induzir ao erro, a uma falsa conclusão sem perder a lógica, com a intenção de enganar. 
O calo social, pai é pai, é outro sofisma que conduz a desastres psicológicos quando ignora a diferenciação entre titularidade, hoje muito diversificada e função. É a função que é rasgada quando de um abuso sexual contra um filho ou filha. No discurso psicojurídico esta diferença é negada. E ainda, o pedófilo é um psicopata. E como tal, tem uma enorme capacidade de convencimento, é exímio manipulador. É uma pessoa acima de qualquer suspeita posto que tem uma divisão em sua mente, e gerencia com muita habilidade esta cisão, diferente dos psicóticos que são regidos por ela. Sedutor por natureza, o psicopata está sempre atento a todos os detalhes, tendo plena consciência do crime que está cometendo, mas sem sentir nenhuma culpa.
Ao contrário do que parece, não é o prazer sexual que o move para praticar o abuso. É o prazer pela Síndrome do Pequeno Poder, da dominação absoluta do outro, do desafio da prática da transgressão secreta, do êxtase de enganar a todos.
Este perfil é mais um complicador que é evitado nas avaliações destas queixas. Em lugar de examinar o pai suspeito, é feita acareação, lembrando porões, para depois afirmar, pelo uso do olhômetro, que não houve abuso porque a criança sentou no colo do pai.
Mais uma vez temos um grave Silogismo Sofístico. Claro que a criança pequena continuará a sentar no colo do pai abusador, não se pode esquecer que as práticas de abuso excitam as crianças e lhes deixam uma mistura de sensação prazerosa única, e culpa. A criança ama e obedece ao abusadopai. Portanto este olhômetro é um sofisma que vem baseando o argumento de laudos periciais, todos não protocolares, recheados de achismos e silogismos sofísticos.
 A tão aludida Alienação Parental da mãe, isto é curioso porque hoje este conceito pertence ao gênero feminino apenas, tem sentenciado a totalidade dos processos de abuso sexual intrafamiliar. E tem cometido a aberração do afastamento do convívio da criança com sua mãe. 
A perda da guarda está banalizada, num tempo em que se funda a importância do convívio compartilhado com pai e mãe. O caso da menina Joanna Cardozo Marcenal Marins é emblemático. Atendendo ao pai que alegava Alienação Parental, foi tirada a guarda da mãe, ordenado seu afastamento absoluto por 90 dias, e a menina foi assassinada pelo pai e madrasta no primeiro mês do prazo deste despacho.
 A Alienação Parental não precisa ser muito provada. Alegações verbais, pequenas manobras de autoalienação, já apontada como ponto a ser verificado com cuidado por Maria Berenice Dias em seu livro “Incesto e Alienação Parental”, fazem o argumento que pode levar a este desfecho. Esta autora chama a atenção para o uso de falsa alegação de Alienação Parental como manobra para se tornar vítima através da Alienação Auto Infligida. Mas, da alegação de abuso sexual é exigida prova de materialidade, o que destituiria este crime de sua essência, o crime às escuras. Maria Clara Sottomayor, desembargadora em Portugal, autora de vários títulos sobre Direito da Criança, contesta o conceito de Alienação Parental, que, aliás, não tem base científica. Ela compreende o período que se sucede à separação do casal como um processo de luto que tem sua própria duração de tempo, e que se desfaz, naturalmente, à medida que os dois do casal refazem suas vidas afetivas. Ela também faz uma classificação das ocorrências de Alienação Parental. Os critérios diagnósticos da S.A.P. precisam distinguir a Alienação Adaptativa da Alienação Patológica, a Alienação Justificada da Não Justificada, para evitar ignorar as causas da Alienação. Por exemplo, a Alienação Parental Justificada, quando, sob o tempo da Justiça e todos os seus prazos e recursos, um pai é nefasto para a criança, por qualquer tipo de violência com ela praticada, é uma maneira encontrada pela mãe de alertar a criança para o uso da sedução que ele faz. Vale trazer aqui o criador do conceito: Richard Gardner. Prestando trabalho voluntário na Universidade de Columbia, defendia homens acusados de violência doméstica e abuso sexual contra filhos. .Forjou o conceito e com o seu uso ele, desacreditando a criança, inverteu as posições de vítima e algoz e passou a fazer sucesso, o que lhe rendeu ganhar o título de professor convidado. Gardner pensa como pedófilo e escreve: “as atividades sexuais entre adultos e crianças são parte do repertório natural da atividade sexual humana, uma prática positiva para a procriação, porque a pedofilia estimula sexualmente a criança, torna-a muito sexualizada e a faz ansiar experiências sexuais que redundarão num aumento da procriação”, em seu livro “True and False Accusations of Child Sex Abuse”, pp. 24-25. Palavras dele. Estas e muitas outras com este mesmo teor. E este conceito, forjado por alguém que assim pensa, está consagrado e é hegemônico e dogmático entre nós. 
Gardner, idolatrado entre nós, diante do apelo de ganhar os processos destes homens violentos e estupradores dos filhos, criou pelo descrédito na criança, a inversão de posições vítima e algoz, atribuindo esta última à criança de 03, 04, 05 anos.
Excluiu a criança, desqualificando sua voz. O foco passou então a estar no pai, que vitimizou, e na mãe que demonizou. 
Combinou esta manobra sofística, em que usa o mecanismo de defesa do ego da projeção, primário, com a “terapia da ameaça” a que a mãe é submetida para engessá-la e dissuadi-la de qualquer maneira da busca de proteção e dignidade de seu filho ou filha.
 A mãe é ameaçada. Ameaça de perda da guarda, ameaça de punição financeira, ameaça de afastamento total de convívio com a criança. É incrível como operadores de Justiça executam com tanta habilidade esta terapia da ameaça em tempos em que se luta por cidadania, sem se dar conta do comportamento 
que estão tendo. E pior, como estas ameaças tem se concretizado, sem nenhum cuidado as sequelas causadas, destruindo crianças e mães.
 A terapia da ameaça faz parte de sistema repressor de controle absoluto. Está embebida da matéria prima que rege o pedófilo, o medo, a intimidação, a dominação perversa. Para avaliar o discurso e o comportamento de uma criança que revela um abuso sexual intrafamiliar, o profissional há que se capacitar especificamente, e da maneira mais adequada e qualitativa, seguindo protocolo, métodos e técnicas, com rigores das Ciências Humanas. Ocorre que, além de ser muito mais difícil de suportar do que atribuir uma prática de Alienação Parental, a capacitação faz com que o profissional entre em contato com a pior das perversões. A pedofilia é uma compulsão, repetitiva sempre, da ordem dos comportamentos sub animais. O descrédito na fala da criança é patrocinado pele ausência de capacitação técnica dos profissionais que deveriam auxiliar com esclarecimentos e indícios os processos que buscam proteção para a criança. Quando não estamos capacitados a ver e ouvir, tudo pode ser falado ou mostrado, mas não conseguimos enxergar. Neste cenário, o “melhor caminho” para esta negação de fatos horrorosos é a Cegueira Deliberada, hoje endêmica, que entra no lugar da Responsabilidade Empática. Urge buscá-la para garantir o Direito à Dignidade da Criança. A Childhood Brasil desenvolveu um método baseado em estudos científicos, a “Escuta Especial”. O cuidado com o discurso da criança, a atenção com a disposição até dos móveis na sala, a escolha da sequência de perguntas, o respeito através da ausência de afronta e dúvida, o cuidado com o profissional que toma o depoimento da criança atingido pela escuta por esta barbárie, a entrada do MP na vida da criança, são elementos fundamentais para se cumprir o Princípio do Melhor Interesse da Criança, hoje tão esquecido e contrariado. O registro audiovisual e a parede de espelho unifacial são recursos de tecnologia a favor da não revitimização por repetição infindável de oitivas, deixando à mostra a expressão corporal da criança, e tornando a oitiva viva e 
observável por todos os Operadores do processo.
 Mas a resistência ao uso destes instrumentos favoráveis à criança é enorme. É uníssona a preferência dos profissionais pelo Poder da interpretação pessoal que ignora a metodologia e a técnica científicas, e o Protocolo, uma unificação de linguagem. Em 2014, a escuta de crianças e adolescentes em situação de violência sexual, lançava diretrizes para Consolidação de uma Política Pública do Estado Brasileiro, e teve como parceiros o Tribunal de Justiça de São Paulo, a Escola Paulista de 
Magistratura, a Escola Judicial dos Servidores S.P., o C. N. J., UNICEF, o National Children’s Advocacy Center, a Secretaria de Reforma do Judiciário, a Secretaria de Direitos Humanos, o Ministério da Justiça, e a Universidade Católica de Brasília
 Tive a honra de estar lá a convite da Childhood, e testemunhar este passo qualitativo na Proteção de Crianças e Adolescentes. E o mais importante: eram desembargadores, 
juízes, promotores, defensores, advogados, comprometidos com a criança. Comprometidos. Senti-me alimentada pela esperança.
Esta instituição, a Childhood, havia instalado uma unidade, já em funcionamento em Pernambuco, com a metodologia e a técnica da melhor qualidade, inclusive com o uso de Protocolo. Mas, pouco se sabe sobre isto, não interessa aos adeptos da Doutrina 
da Alienação Parental, e a implantação de um modelo que segue um Protocolo é pouco aceito. Haja vista a instalação de Salas de Depoimento Sem Dano em todas as Comarcas do Rio Grande do Sul, e que tem um uso em torno de 10%, por resistência à pequena grande mudança, informação falada em voz baixa.
No ano passado, 2015, mas só agora divulgado, a Comissão de Eutanásia da 
Holanda concedeu autorização deste procedimento a uma mulher de pouco mais de 20 anos, fato agora divulgado. Ela tinha sido estuprada dos 05 aos 15 anos. O pedido do procedimento foi concedido após ela ter se submetido à terapia intensiva, por anos, e ter sido avaliada por uma junta médica que atestou que ela estava em plena lucidez, no controle de suas faculdades mentais. Apenas, e tão somente, ela não estava suportando mais as doenças psicológicas destas memórias.
 Não nos cabe trazer à baila aqui a eutanásia, a junta médica, ou a desistência desta jovem. Como resultado do abuso, ela sofria de estresse pós-traumático, anorexia severa, depressão crônica e alucinações. Doenças diagnosticadas como incuráveis pela junta médica em três avaliações. A dor diuturna profunda e silenciosa que desenhava seu sofrimento na deformação do corpo pela anorexia, que sentia a tristeza do holocausto subjetivo, e que alucinava retornando à cena da opressão dos abusos, foi insuportável durante toda a sua curta vida. Exatamente o que temos afirmado há anos pela experiência clínica com inúmeros sobreviventes do incesto e do abuso intrafamiliar. A dor psicológica, pela primeira vez, foi dimensionada respeitando-se os limites humanos, e foi reconhecida pelos médicos como tão insuportável quanto uma dor neoplásica de um paciente terminal que fundamenta as autorizações deste procedimento nos países em que a eutanásia é legalizada. O abuso sexual é uma tatuagem na alma de meninos e meninas. Algumas vezes, a 
violência, não pela força, mas pela crueldade ao tatuar, que o requinte da perversão adquire dimensões inimagináveis, causando uma infecção crônica nesta tatuagem que dói e sangra sem parar. Provável ter sido o caso desta sempre corajosa menina holandesa. Ursos não são estrelas!
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2015.11.10 17:11 Souzuke88 O curioso caso de Benjamin Ted

Ted nasceu em família rica, filho único, não gostava de chupeta, andou antes de engatinhar. Era um gênio, gostava de quebra cabeças, ler e escrever, queria ser médico assim como seu pai. Infelizmente Ted era arrogante, aprendeu com os país, se sentia superior a todos, gostava de humilhar os empregados, principalmente Murilo, o filho da faxineira.
Murilo sonhava em ser médico, até que Ted um dia lhe disse que - bisturi não é esfregão e que pobre só entra em hospital para limpar o chão ou quando o assalto da errado -, Murilo não retrucou, apenas chorou, sabia que Ted era cruel, apenas se afastou.
Ted começou a frequentar a escola, deu o passo inicial para seu objetivo, estudava muitas horas por dia, só parava para comer e dormir, da escola para casa e da casa para a escola, esse era seu trajeto diário. No recreio não jogava bola, revisava matéria, não tinha amigos, não queria ter amigos. Aos 15 anos começou a despertar interesse nas meninas, era bonito, inteligente e rico, porém só amava os estudos.
Aos 18 anos Ted entrou para a melhor faculdade do país, mais uma vez despertou o amor das mulheres, porém Ted não queria amor, queria dinheiro. Sabia que era inteligente e que teria um futuro brilhante, decidiu mudar seu objetivo, superar a fortuna de seu pai. Agora Ted além de arrogante se tornou egoísta e insuportável, se já não tinha amigos, agora não teria mais e nem queria.
Ted se formou aos 23 anos, aos 25 já ganhava mais que 60% dos brasileiros, achava pouco, estava longe de superar seu pai, continuou a estudar, fez especializações, aprendeu diversos idiomas, viajou o mundo todo para se aprimorar, e conseguiu. Aos 30 anos ganhava mais que 80% dos brasileiros e aos 32 finalmente superou o pai se tornando um médico renomado e rico, muito rico. Tinha mansões, carros e dinheiro para esbanjar, por um breve momento Ted foi feliz.
Aos 34 anos Ted se apaixonou pela primeira vez, Aline, morena, olhos escuros, cabelo comprido, ele jamais havia sentido aquilo. Aline era enfermeira, casada, explicou para Ted que amava o marido e jamais o trairia. Ted começou a perseguir a moça, dava presentes, jóias, tentou até oferecer dinheiro, Aline sempre recusava. Um dia Aline não apareceu no trabalho, não aguentou o assédio de seu chefe, havia entregado uma carta de demissão. Ted ficou confuso, decidiu ir até sua casa tirar satisfações, achava que ninguém podia dizer não a ele.
Chegando no endereço bateu na porta, foi atendido por Pedro, Ted lembrou que Pedro havia feito faculdade com ele mas tinha abandonado para cuidar de sua avó que estava doente, pediu para falar com Aline, ela saiu assustada, disse para Ted sumir da sua frente, ele recusou, disse que ela não podia ignorá-lo para ficar com alguém pobre e sem futuro, Pedro golpeou Ted no rosto, ele acordou no hospital, finalmente entendeu que Aline não o queria, seu coração havia se partido.
Ted mergulhou no mundo das drogas, em uma de suas viagens foi assaltado e esfaqueado. No hospital ninguém o visitou, seus pais estavam fora do país, percebeu que não tinha amigos. Começou a frequentar baladas, sair com mulheres mais jovens, tentou fazer amigos, mas percebeu que ao seu lado só existiam pessoas interessadas em seu dinheiro, entrou em uma depressão profunda.
Ted percebeu que era velho demais para ser jovem.
Um dia saiu do seu consultório, chegou em casa, abriu a porta de seu quarto e só saiu 3 dias depois, com um sinal em seu pescoço e dentro de um saco plástico. Em seu velório compareceram apenas seus pais e alguns parentes, Ted não tinha amigos e se não tivesse laços familiares teria sido velado para mosquitos, foi enterrado em silêncio, uma vida triste e sem sentido.
Do outro lado da cidade um bombeiro que perdeu a vida em um incêndio também estava sendo velado. Dezenas de companheiros, amigos e familiares, o salão era pequeno para tanta gente. Aquele bombeiro, considerado herói, era Murilo, o mesmo que havia sido humilhado por Ted em sua infância, em vida foi excelente pai, filho e amigo, foi enterrado em meio a uma salva de aplausos e lágrimas, viveu feliz e morreu como um herói.
Todos devemos ter objetivos desde que ele não consuma décadas da sua vida. Ame, brinque, brigue, pule, chore, xingue, cante, dance, mas nunca esqueça que a vida é curta demais para não aproveitá-la ao máximo. O maior tesouro do ser humano é a memória, um dia todos partiremos, mas as lembranças continuarão com quem fica. Perceba que na vida ninguém é melhor que ninguém e a prova disso é que no fim seremos todos iguais, por isso cabe a você escolher se quer viver como um Ted ou como um Murilo...
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